Wednesday, 15 April 2009

Meu olhar

South of France- Hyeres
Rivieira Francesa







It is such a secret place, the land of tears.








"






"Then you shall judge yourself," the king answered. "that is the most difficult thing of all. It is much more difficult to judge oneself than to judge others. If you succeed in judging yourself rightly, then you are indeed a man of true wisdom." Antoine de Saint Exupéry
























Once again I felt myself frozen by the sense of something irreparable. And I knew that I could not bear the thought of never hearing that laughter any more. For me, it was like a spring of fresh water in the desert.


















But I was not reassured. I
rembered the fox. One runs the risk of weeping a little, if one lets himself be tamed . . .










When you tell them that you have made a new friend, they never ask you any questions about essential matters. They never say to you, "What does his voice sound like? What games does he love best? Does he collect butterflies?" Instead, they demand: "How old is he? How many brothers has he? How much does he weigh? How much money does his father make?" Only from these figures do they think they have learned anything about him. (Antoine de Saint Exupéry- The Little Prince)


And I was proud to have him learn that I could fly.








"Goodbye," said the fox. "And now here is my secret, a very simple secret: It is only with the heart that one can see rightly; what is essential is invisible to the eye.
"It is the time you have wasted for your rose that makes your rose so important."
Men have forgotten this truth," said the fox. "But you must not forget it. You become responsible, forever, for what you have tamed. You are responsible for your rose . . ."
Then I would never talk to that person about boa constrictors, or primeval forests, or stars. I would bring myself down to his level. I would talk to him about bridge, and golf, and politics, and neckties. And the grown-up would be greatly pleased to have met such a sensible man. Antoine de Saint Exupéry











"Certainly. When you find a diamond that belongs to nobody, it is yours. When you discover an island that belongs to nobody, it is yours. When you get an idea before any one else, you take out a patent on it: it is yours. So with me: I own the stars, because nobody else before me ever thought of owning them." Antoine de Saint Exupéry

"My flower is ephemeral," the little prince said to himself, "and she has only four thorns to defend herself against the world. And I have left her on my planet, all alone!" The Little Prince









"My flower is ephemeral," the little













"Men," said the little prince, "set out on their way in express trains, but they do not know what they are looking for. Then they rush about, and get excited, and turn round and round . . ."
And he added:
"It is not worth the trouble . . ."



To forget a friend is sad. Not every one has had a friend. And if I forget him, I may become like the grown-ups who are no longer interested in anything but figures . . .















"I wonder," he said, "whether the stars are set alight in heaven so that one day each one of us may find his own again . . . Look at my planet. It is right there above us. But how far away it is!"















All men have the stars," he answered, "but they are not the same things for different people. For some, who are travelers, the stars are guides. For others they are no more than little lights in the sky. For others, who are scholars, they are problems. For my businessman they were wealth. But all these stars are silent. You--you alone--will have the stars as no one else has them--"





And the little prince added:
"But the eyes are blind. One must look with the heart . . ."



Friday, 10 April 2009

Je suis dans le Sud de la France et personne ne parle anglais ici!!!! AIDER!!!!

Thursday, 9 April 2009

OUT OF TOWN!


fffffffffMas quando ele diz SIM, fffffffffffffffffffffpara qualquer suplica minha, meu coracao se enche de fogos de artificios, e me torno inteira novamente...



Quase nada e impossivel;
mesmo possivel,
pode mesmo
nunca acontecer.
AF

xxxx


Terremoto

E ela apenas sorriu quando ele lhe disse - Porque tudo precisa ser sempre esse terremoto contigo? Na suavidade do silencio imperou a resposta que ela ja havia ensaiado, mas que na hora H nao saiu.

Gostaria de ter dito; nasci passional, nao foi escolha, foi nescessidade. Seguro com forca tudo aquilo que amo. Nao sei perder, quando perco choro, choro muito, ate secar por dentro. Mas amo intensamente, com tudo o que tenho. Gosto dos risos escandalosos, das bebidas mais fortes, dos cafes mais amargos. Reverencio a liberdade, nao entrego minhas asas por nada nesse mundo, mas pelo amor me dispo inteira e renuncio ate a mim mesma. Gosto de abracos apertados que demoram pra se soltar, de beijos molhados e de passeios de maos dadas. Gosto das corridas, da adrenalina, de testar meus limites. Gosto da calmaria, de tardes que demoram pra passar, gosto dos silencios.

Sou sempre assim, esse vulcao em erupcao, mas isso e porque sinto demais. A vida nao me convence. Gosto de por tudo a prova, so para ter certeza. Gosto de sentir, ha um prazer, em cada sentimento, da dor a raiva, a plenitude do amor. Talvez seja por isso que nao te esqueco. Ha tanto odio em mim e tanto amor. Me levas na garupa dessa montanha russa, de um dia te amar, noutro sentir tanta raiva.

Tenho que adimitir, o que nao compreendo me fascina. Nao gosto de colocar os subjetivos numa caixa, gosto mais e de deixa-los livres, para que eles proprios se facam sentido. Nao anote o que digo, porque as vezes nao cumpro promessas, noutras esqueco o que prometo. Presta atencao no que eu sinto, no que meu olhar te confessa, no que minhas maos desenham. E tenha coragem de me penetrar assim, sem enganos, sem julgamentos. Porque o que e visivel aos olhos, ja esta na cara; sou tua. Entao aceita tua sina, de me amar assim, sem dominio, sem cura, sem ponto final. Afinal somos apenas reticencias nesse terremoto de amar. Nao ha saida, ou remedio para tanta fome, nao ha como estancar tanta enchurrada. E nao ha mais nada que tenhamos que provar para nos mesmos, entao, te entrega, para tudo aquilo que nao consegues dominar.

Mas a resposta que estava na ponta da lingua, se resumiu, em um sorriso de Mona Lisa. Certas coisas, nao precisam ser ditas...

Ana Frantz

Wednesday, 8 April 2009

...


"Provavelmente so se separam os que levam a infeccao do outro ate os limites da autenticidade, os que tem coragem de se olhar nos olhos e descobrir que o amor de ontem merece mais do que o conforto dos habitos e o conformismo da complementaridade.


A separacao pode ser o ato de absoluta e radical uniao, a ligacao para a eternidade de dois seres que um dia se amaram demasiado para poderem amar-se de outa maneira, pequena e mansa, quase vegetal.


So nos dois sabemos que nao se trata de sucesso ou fracasso. So nos dois sabemos que o que se sente nao se trata- e e em nome desse intratavel que um dia nos fez estremecer que agora nos separamos. Para la da dilaceracao dos dias, dos livros, discos e filmes que nos coloriram a vida, encontramo-nos agora juntos na violencia do sofrimento, na ausencia um do outro como ja nao nos lembravamos de ter estado em presenca. E uma forma de amor inviavel, que por isso mesmo, nao tem fim."

Ines Pedrosa

Tuesday, 7 April 2009




Comme la vie est lente Et comme l'Espérance est violente.
Guillaume APOLLINAIRE, Alcools, Le pont Mirabeau




ffffffffffffHow slow life ffffff is vvvvvvvvvvviiiiiiiiiiiiiiiAnd how violent hhhHope fffffffffffffffffffffffffis.

Monday, 6 April 2009

A mais fraca das especies

hhhhhhhhhhA solidao entao respira em mim suas palavras de amargura. Nao quero ouvi-la. Mais uma vez me coloquei frente ao risco da vida, e fui devorada por suas entranhas. Foi como um soco no estomago, foi como acordar de um sonho bom. Aquelas palavras vindo ao meu encontro serenamente, sem pressa nenhuma, mas com tanta frieza.

hhhhA culpada; fui eu, em deixa-lo entrar mais uma vez. Sempre tanta luta para expulsar o ja tao velho amor, e num piscar de olhos, o estrago desfaz a certeza, e ja e tarde para perceber que me fiz presa facil nas maos daquele que idolatrei. Me deixar levar mais uma vez por essas incertezas, por essa inevitavel leveza, e a premunicao de que assim desse jeito tudo faz sentido.


E entao ele some. O meu mundo vai se esvaziando lentamente ate nao restar uma gota se quer. E eu encaro mais uma vez, o longo caminho de volta pra casa. Definhando, definhando, ate nao restar mais nada. Entao preciso reaprender a fechar meu coracao, a nao demosntrar o que eu sinto, a fingir reacoes e agir friamente tanto quanto eu puder aguentar. E se me deparar de frente com ele, eu sei, que essa estrutura vai se derreter uma vez mais, e que toda a protecao que eu criei nao significara nada diante ao meu coracao ofegante. E assim desse jeito, eu me atiro novamente do precipicio, vestindo quase nada, se nao minha alma. E la no chao, o sangue brota. Isso tambem e viver.

Ana Frantz


LIFE



E ha sempre o perigo, que a vida instiga! Os atalhos que escolhemos e que acabam sendo o caminho mais longo. Os jogos emocionais que tentamos dominar e que nos deixam mais confusas sob nossa posicao no tabuleiro. A corrida que travamos para vencer a solidao, sem perceber que e na calmaria que ela se liberta. As paixoes que tentamos refrear, mas que chegam derrubando tudo com sua enchurrada.


Viver lado a lado com o imprevisivel; sem saber se vai dar sol ou chuva, sem poder prever um telefonema, nem se quer um final de tarde, tem de suas dores a delicia. O imprevisivel nos da portais gratuitos para o sonho. Estou com Louis Amstrong quando ele canta- What a wonderful world! O imenso ceu azul, as nuvens brancas, o ar que entra e sai dos pulmoes, o coracao que bate. Ser humano, e a maior aventura que poderiamos adentrar, viver e o maior risco que poderiamos cometer. E o bonito disso tudo, e que nao temos saida, a montanha russa nos e imposta, e no tamanho da queda impera o frio na barriga, na plenitude das subidas, se galanteia a paisagem. O ingresso que nos e garantido nas maos e unico. Entao e melhor que facamos bom uso dele.

Mas dai sabe la, uns ganham mais subidas, outros mais decidas, outros esperam por muito tempo na fila. A vida e justa? Nao. Acho que a vida nao se deixa levar pela balanca do justo e injusto, certo ou errado, amor e odio. A vida e muito mais do que isso, e complexa demais para ser retida em linhas ou em palavras soltas. A vida e uma avalanche de sentimentos, que nos faz explodir em choro, em gargalhadas incontidas, em momentos de quietude, em passos de danca, em acenos de despedida e abracos de reencontro. A vida e a lagrima da alegria. E o sorriso genuino. E reconhecer-se no olhar do outro- como em um espelho. E amar de corpo inteiro. E um mergulho no mar. Outro mergulho por dentro. E se conhecer e se reconhecer com o passar do tempo. Vida e nao ter medo de errar, e se errar, e tentar de novo! Vida e esse encantamento que o nascer do sol nos traz, e o nao saber o que nos espera ao dobrar da esquina.

Vida, e o amor que sentimos no peito, e que nos torna humanos de fato. E nossa capacidade de ouvir. Nosso dom em tocar a vida do outro e nos sentir parte de um todo. Vida e essa conectividade que travamos, quase uma nescessidade em ouvir do outro lado o eco. E saber que nao somos uma ilha e que definitivamente precisamos um do outro para sobrevivermos.

Ana Frantz

Sunday, 5 April 2009

Saturday, 4 April 2009

Inicio de primavera


  E entao; eu te toco. Tua pele hhhsempre tao certa,o c junto com a minha.
  E entao, a confusao se torna limpida e teus olhos mais verdes. Tua saliva, teus poros, tua respiracao, tao perto de mim. Cada segundo que passa, e um segundo a mais que perco, na tentativa de congelar o tempo, nesse tempo que estas em mim.hhhhhhhhhh Minhas asas se abrem em redencao, ggggggg  sou tua mais uma vez. Quase sempre, tua ainda.
   E mais uma vez preciso te abandonar para a solidao que e tao tua, e que eu nao consigo respirar. Mas a sombra dos meus bracos entrelacados aos teus vai compensar o silencio que a casa grita. E quando a noite adormecer as estrelas, eu sei, que ainda estarei pensando em ti.
Ana Frantz
 

Friday, 3 April 2009


As vezes encaro tudo com tanto estranhamento! A vida assume outras formas, e eu nao a compreendo. E como se ela, troucasse de vestido na minha frente, e toda nua me gritasse- Corra para o futuro, Nao tenha Medo!

Mas entao, sei la, o que da. Um calafrio qualquer. Um receio de correr rapido demais e perder o sol que se poem na beira do rio, de perder o reflexo na janela, o assovio do construtor, o sonho do artista. De perder a hora da preguica, o amargo do cafe, de perder de ver as flores murchando lentamente no vaso da sala, de nao notar a poeira se deitando lentamente nas folhas dos livros na estante. Medo de perder o momento, este, ligeiro e sorrateiro, que vai nos escorregando por entre os dedos, o conteudo de uma vida inteira.

E la se vao os dias, os meses, os anos correndo faceiros pelos numeros de mais um calendario que penduramos na parede. E la se vao as cenas na memoria, nos sorrindo em acenos enquanto tentamos relembrar para nao esquecer. Como se tivessemos que passar a vida a limpo por dentro, para nao deixa-la morrer. E como podem, as memorias, carregarem tantos punhais? Como sangro quando as reconheco, uma a uma, no peito.

E a solidao, que hoje vem chegando de mansinho, na tarde que finda, na semana que termina, vem me sussurrando essas coisas da vida, que se vao, e nao voltam jamais. Hoje ja esta se indo. Nao volta. Essa solidao, vem entoando cancoes antigas, da sede de vida, da dor desmedida, de gargalhadas incontidas e do silencio que entra pelas frestas das janelas distraidas, sob o fervor de um por de sol que desmantela os fiapos coloridos daS poeiraS que dancam no ar, feito borboletas faceiras!
Ana Frantz

Wednesday, 1 April 2009

There is something extraordinary about all of us, as the following stories of hopes and fears, desires and aspirations, loss and disclosure, longing and recovery, will show.

Gilda O'Neil ( My East End)

Tuesday, 31 March 2009




Avoir Toute Liberte



Thursday, 26 March 2009


And sometimes is seen a strange spot in the sky
A human being that was given to fly





High...flying

Oh,oh

High...flying

I thought I was ready...

Beliving that was about time I let you go.

Wednesday, 25 March 2009

Tuesday, 24 March 2009

Novo achado...

Banksy...

On my knees


I feel fine and I feel goodI feel like I never should Whenever I get this way, I just dont know what to say Why cant we be ourselves like we were yesterday Im not sure what this could mean I dont think you are what you seem I do admit to myself That if I hurt someone else Then wed never see just what were meant to be Every time I see you falling I get down on my knees and pray Im waiting for that final moment Youll say the words that I cant say.
Frente

Waiting...


EMPTY


containing nothing; having none of the usual or appropriate contents: an empty bottle.
vacant; unoccupied: an empty house.

without cargo or load: an empty wagon.
destitute of people or human activity: We walked along the empty streets of the city at night.
destitute of some quality or qualities; devoid (usually fol. by of): Theirs is a life now empty of happiness.
without force, effect, or significance; hollow; meaningless: empty compliments; empty pleasures.
not employed in useful activity or work; idle: empty summer days.
Mathematics. (of a set) containing no elements; null; void.
without knowledge or sense
; frivolous; foolish: an empty head.
completely spent of emotion: The experience had left him with an empty heart. ( Dictionary- The way I feel today... )

Monday, 23 March 2009

Estatua



E eu que te julguei bem mais que esta estatua envelhecida de ferro. Eu que te idolatrei em teus mais estranhos desvios. Aceitei tuas cicatrizes, concertei tuas chagas, amaciei tua estrada. Plantei flores no teu jardim, te emprestei minhas asas, te dei uma casa, e nela minha vida.


Ja nao anseio teu retorno. Ja nao espero que teu olhar amacie com o tempo e teu coracao mostre sinais de expressao. Ja nao quero nada, se nao, a paz, de tua ausencia. Ja nao almejo me esconder em teus bracos da vida, que excita e fere. Quero a liberdade e a dor que ela traz. Quero tudo e nada mais.


Nada que me lembre tua frieza, nada que me lembre da tua falta de tato com tudo que faz parte do meu mundo. Nao quero nada, que me faca uma vez mais, chorar por ti. Pelo leite derramado, pelas horas de silencio, pelas noites que sofri baixinho, pelos sonhos que nunca realizei porque sempre estivestes tao ocupado para perceber que eu respirava ao teu lado. Nao quero mais tuas sardas nos labios, a paz dos teus olhos verdes. Nao me venha fazer companhia, nao me ligue fingindo que nada aconteceu e que ainda ha tempo para piadas ao telefone. O vento passou, e me levou com ele.


Nao apenas meus longos cabelos, algo alem em mim foi cortado, e sobre essa estranheza, nao encontro sinonimo adequado, o que sei? -nao sou mais a mesma, sei, ja nao es mais o mesmo.


Seguimos entao, sem olhar pra tras. E apenas Adeus, e nada mais.

Ana Frantz

Saturday, 21 March 2009

Friday, 20 March 2009


Cinema nacional



Ontem assisti Midnight; de Walter Salles. Nao gostei.


Nao gostei do filme. E isso nao tem nada a ver com a fotografia, trilha sonora, desempenho dos artistas. A trama? Nada mal. O que me irritou profundamente no filme, e em Walter Salles, foi a constante referencia a cena do crime, que estamos ja, TAO fartos de assistir no cinema brasileiro.


Simplesmente nao compreendo, porque, todo o filme brasileiro que se destaca nos grandes centros internacionais, retratam a favela, as drogas, a violencia, o Rio de Janeiro, a policia civil, a corrupcao e os presidios.


Sinceramente! Eu sei que ISSO e tambem a realidade brasileira, afinal, sou brasileira, mas sei, que no Brasil ha outras coisas acontecendo fora da favela. Fora do Rio de Janeiro. Ha tanta coisa para ser mostrada, debatida, explorada com um olhar mais artistico. A amazonia por exemplo? Sera que alguem ai assistiu o documentario de Bruce Parry na amazonia? Ali da para tirar pelo menos umas dez ideias bacanas, de roteiros que despertariam o interesse internacional e ajudariam a divulgar a luta ambiental que travamos para salvar nossa floresta. Cade a ginga brasileira? O carnaval? O que nos identifica como Nacao, o sorriso no rosto, as praias, gente jovem e bonita, o amor e a poesia?


Estou cansada de ver filmes sobre a favela, sobre as mazelas. Quero ver gente amando, sorrindo, lutando. Quero ver gente brada, forte, retumbante. Quero ver na tela do cinema, as licoes que vi com meus proprios olhos, da nossa gente, que nao entrega os pontos, que nao tem vergonha de chorar, de beijar na rua, de dancar como se ninguem estivesse olhando. . Quero ver o pobre honesto dando exemplo de superacao. Quero ver mais filosofia e menos sangue. Quero ver mais alma, legendas que contem a nossa historia, e nao nossas derrotas. Cenas que mostrem nossas belezas, nao nossas chagas.

Ana Frantz

Camera que filma os dias...

ffffffffffffffffffffffffffffffffff
Carpend
Carpen Diem!!












nAdA

Teve tanto SOL! Teve tanto acontecimento! Teve tantas cores gravadas na retina, tardes de sol, noites de febre. Que andei me esquecendo das manchetes de jornais, esquecendo das pautas, e de tudo o que me interessava DIZER. As ideias ficaram voando no ceu da inspiracao, como borboletas coloridas que negam o pouso.

E tudo isso aconteceu, nesse espaco curto, e eu me esqueci de tudo aquilo que eu queria falar e que era tao bonito, tao importante naquele momento...


A F


Tuesday, 10 March 2009

Monday, 9 March 2009


O destino trama os dias e desmarca o sonho: demarca meus contornos, parte disso que sou e serei. Quem sabe desejei demais. Milagres nao me bastaram! Mas quando eu quis ser rainha, fui simplesmente humana. A voz da vida insiste, chama para o que salva, ou desatina: nem sempre a entendi.

Palvras buscam sentido para o que fiz, falhei, conquistei e perdi - ou que abandonou nalguma esquina.

(Talvez eu precisasse era dos silencios.)

Lya Luft

Ilusion's break it free!

And sudenly I realized it! He was never going to be the man I was longing for...
I don't know what took me so long to discover LOVE has little to do with connectivity, a life worth living, needs to find that sacred place where everything live together in perfect harmony.

Still chanting my sacred songs, but the worst of man's are still atrracted to me.
Want to go where the angels sing's love songs and pierce our hearts with a lascive bond that shall last forever...
I will keep on dreaming, is the most moral of all desires. My soul still flying...
AF

Sunday, 8 March 2009

" Obrigada por insistir para que eu deixasse voce, para que eu fosse seguir a minha vida. Obrigada por sua confianca, que seriamos melhor amigos que amantes, eu estava presa em uma condicao social que eu pensava que me favorecia, mas nada me favorece mais do que essa liberdade para qual voce, que me conhece mais do que a mim mesma, apresentou-me como saida"

Martha Medeiros/ Doidas e Santas

Monotonia


Eu quero a sorte de um amor tranqüilo

Com sabor de fruta mordida

Nós, na batida, no embalo da rede
Matando a sede na saliva
Ser teu pão, ser tua comida
Todo amor que houver nessa vida

E algum trocado pra dar garantia
E ser artista no nosso convívio
Pelo inferno e céu de todo dia
Pra poesia que a gente não vive
Transformar o tédio em melodia
Ser teu pão, ser tua comida
Todo amor que houver nessa vida
E algum veneno anti monotonia
E se eu achar a sua fonte escondida
Te alcanço em cheio o mel e a ferida
E o corpo inteiro como um furacão

Boca, nuca e a tua mente, não
Ser teu pão, ser tua comida
Todo amor que houver nessa vida
E algum remédio que me dê alegria
E algum remédio que me dê alegria
Cazuza
  E inevitavelmente a chuva parou e  eu segui sem olhar pra tras...

Cafe de domingo



Acordei com um sonho ruim. Na verdade o sonho nao foi ruim. Mas foi um sonho, que nao tenho mais direito de sonhar.
Um sonho que doi.
Pelas janela, raios de sol, refletem sob meus cristais no topo da minha estante de livros.
A nostalgia ainda habita, e faz cocegas musicais no ceu da minha boca. Mas levanto da cama mesmo assim.
Na sacada as plantas balancam pela brisa do vento. Uma bela manha de domingo.
Meia calca laranja, saia e chapeu, caminho por Bethnal Green road, e me elegro com a alegria das ruas, das historias das pessoas, das gravatas coloridas e mantas engracadas, das frutas do mercado, e do mendigo que me da Bom Dia. O domingo nasceu para nos ver sorrir. E o que diz o comercial na TV.

Penso o que nao posso mais pensar. Sonho com o que nao posso mais sonhar; sim Ele ainda respira dentro de mim.
Saio pelas ruas, e celebro essa liberdade intensa que me abraca e me impulsiona a seguir, perseguir o que me faz bem.
Domingos assim, sempre fazem!
Mas Ele ainda vai e volta por meus pensamentos, passeando as vezes pelas mesmas esquinas. Memorias.

Paro para tomar um cafe. E sinto paz.
Continuo a andar e o vento me irrita.

Chego ao parque, e la tenho fantasias que nao deveria ter. Penso nele de novo. Lembro de quando passamos ao lado daquele mesmo jardim, e das flores que retornaram a florir. Mais uma vez; tento esquecer.
Me destraio com o pequeno menino no patinete com uma toca vermelha segurando a mao da mulher dos patins amarelos e azul, manta rosa com bolinhas vermelhas no pescoco e um vestido cor de telha e rosa fraco. Acho a cena linda, e tambem sonho isso pra mim. Absorvo o sol. Me encanto de novo com a vida; e quando menos
percebo, estou pensando de novo. De quando sentavamos ali. O imagino passando ao meu lado, nesse exato instante; ele passa e nao me ve, nao reconhece em mim, nada familiar, e vai embora. Ou, ele passa por mim e olha e para. Se aproxima, me comprimenta, me abraca. Nesse instante uma pomba voa perto de mim e me destraio novamente. E novamente o esqueco.
Deixo os raios de sol, inundarem tudo em mim, e meus passos cradenciam com o som da natureza, e por um longo momento simlesmente esqueco.
Passo pelo nosso portal magico, e ali, lembro, muito. Imagens coloridas vao se
posicinando uma a uma no veu da minha mente, quase tudo volta. Quase tudo. Entro naquela pequena parte protegida do parque, e sento no banco que sentavamos; e fico ali. Vejo os passaros voando de arvore em arvore, os avioes cruzando as nuvens, as nuvens cruzando o sol que aparece e some em suas teias. E eu, penso nele. Penso em como seria se ele estivesse ali comigo. Como seria se fosse roubada do presente para o passado, e voltasse para 2005,2006, 2007... Quem eu encontraria sentados ali? O quanto de nos ainda existiria assim?
Derramo algumas lagrimas, que escorrem na minha pele fria; sao como lavas de um vulcao, queimando a terra solida. Ainda existem em mim.
Sigo andando. E entro num cafe. O vento estava forte demais e o meu rosto estava congelando com o frio. Peco um suco de laranja e um capuccino. Me sento no sofa. Penso nele de novo. Nas inumeras vezes que o convidei para entrar nesse mesmo cafe, ele nunca entrou.
De onde estou vejo um belo jardim, atraves das janelas de vidro. A chuva comeca a cair. Leve, depois intensa. A musica ambiente acalma todos os meus sentidos. A chuva cai forte e molha tudo la fora. Estou presa aqui nessa tarde. Nao tenho guarda-chuva, e nao posso me arrsicar a me molhar porque destruiria minha camera e meu computador na bolsa.
E assim o domingo mudou. De uma bela tarde primaveril para um chuvosa tarde de inverno. E eu continuei ali.
Esperando a chuva passar...
Ana Frantz

Monday, 2 March 2009

Livros que me acompanham em 2009

  • Notes from my travels- Angelina Jolie
  • THE SHAMANIC WAY OF THE HEART - Chamalu- Luis Espinoza
  • Shooting Butterflies - Marika Cobbold
  • The Global Deal - Climate change and the creation of a new era of progress and prosperity- Nicholas Stern
  • The Penelopiad- Margaret Atwood
  • Discover Atlantis - Diana Cooper
  • Tne Gift - How the creative spirit transform the World - Lewis Hyde
  • My East End: A history of Cockney London- Gilda O'Neil
  • Delta of Venus- Anais Ninn
  • The Little Prince- Antoine de Saint Exupéry *** Apr
  • Doidas e Santas- Martha Medeiros (March)
  • The English Patient by Michael Ondaatje
  • Gilead by Marilynne Robinson - Feb
  • Healing With the Faries by Doreen Virtue (Feb)
  • Montanha Russa- Martha Medeiros (Feb)
  • O codigo da Inteligencia - Augusto Curry - Feb
  • O Ensaio sobre a cegueira - Jose Saramago ( Jan Lendo)

Livros que andaram comigo em 2008

  • Meditacao a primeira e ultima Liberdade by OSHO ( Dec)
  • The English Patient by Michael Ondaatje (Dec Lendo)
  • Harry Potter and the Philosopher's Stone - J.K Rowling (Oct Lendo)
  • The PowerBook - Janette Wintersone (Oct- )
  • A vida que ninguem ve- Eliane Brum (Sep - Lendo)
  • The Birthday Party - Panos Karnezis - (Sep )
  • Ensaio sobre a Lucidez -Jose Saramago (Lendo...)JUN
  • Nearer The Moon -Anais Ninn (Lendo..) JUN
  • Superando o carcere da emocao - Augusto Cury(lendo...) JUN
  • Perdas e Ganhos- Lya Luft Jun(Releitura) Jun
  • A Mulher que escreveu a Biblia - Moacyr Scliar(May) ****
  • The Secret By Rhonda Byrne (May)
  • Time Bites -Doriss Lessing March (lendo...)
  • Life of Pi - Yann Martel (March to May )
  • The Kite Runner -Khaled Hossein /March ****
  • Back when we were geown ups / ANNE TYLER (larguei na metade)
  • O Sonho mais doce - DORIS LESSING /Feb ****
  • The Crimson Petal and the White- MICHAEL FABER / Dec-Jan / ***

Livros que me acompanharam em 2007

  • Burning Bright - TRACY CAVILER
  • Fear of flying - ERICA JOUNG (larguei na 50th pagina)
  • I'll take you there - JOYCE CAROL OATES ***
  • Memorias de minhas putas trsites GABRIEL GARCIA MARQUEZ ***
  • The Siege - HELEN DUNMORE ***
  • A girl with a pearl earing - TRACY CHAVILER ***
  • A year in Province PETER MYLES ( larguei na metade)
  • The mark of the angel- NANCY HUSTON-
  • A bruxa de portobelo - PAULO COELHO -
  • Under the Tuscany Sun - FRANCES MAYA -
  • Sophie's World - JOSTEIN GAARDER *
  • The umberable lightness of being - KUNDERA- **
  • As aventuras da menina ma MARIO VARGAS LOSA - ****

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