
Friday, 30 January 2009
Thursday, 29 January 2009
Sobre o tempo

Thursday, 22 January 2009
WELCOME 2009!!!!!

Thursday, 27 November 2008
Das coisas da vida
E claro, tudo, sempre muda. Primavera, verao, outono, inverno. Infancia, adolescencia, maturidade, velhice. Mudam- se as estacoes, mudam se os cenarios, a moda, a cor de cabelo, a pele que enruga, o bebe que aprende a falar, o tio que morre, a casa que pega fogo, a rua que e asfaltada. Tudo muda. O casamento que acaba, o amigo que parte pra longe, o passaro que migra para outro continente, a flor que seca no vaso, a neve que derrete na grama, e a grama que queima com o sol. Tudo sempre muda. Nos mudamos enquanto os dias continuam seguindo pelas linhas dessa longa historia que escrevemos a ceu aberto.O dificil e aceitar que mudamos. E o quanto mudamos. As vezes o susto nos pega, na frente do espelho, olhos arregalados. Quem e essa estranha que me olha? Quanto de nos permanece depois de cada incendio, e quanto de nos e adquirido remechendo as cinzas de cada vendaval? Catando pequenos broches de bronze pelos caminhos, alguma taca nao quebrada da coragem que nunca nos faltou, e da forca, e da fe, e do amor incondicional, que sempre acaba sendo o elo mais engrandecedor.
Gosto de ver antigas fotografias e nelas naufragar na alma das memorias. Muitas vezes, me deparo com imagens minhas que praticamente nao reconheco. Muitas vezes nao sei para onde foi a inocencia e a maestria daquele olhar na fotografia. As vezes sinto saudades da menina que um dia eu fui, sempre tao corajosa, sempre tao alegre, sempre tao, tao sedenta pela vida. Noutras, tenho o impulso de pular para dentro da imagem, e me dar todos os conselhos importantes, revelar caminhos, me avisar dos perigos que os anos a frente colocariam a meus pes.
Mas a vida, esta deliciosa amiga, ela nos vem nua e virgem. Como um livro aberto, de paginas brancas, esperando ser escrito, domado por nossas maos sedentas, com nossa cegueira e inexperiencia, precisamos tatear as paredes do sonho e da realidade como um cego catando estrelas.
Ana Frantz
Wednesday, 26 November 2008
Na minha fragil certeza,nas longas tardes,
no silencio que se arrastava
na demora de tudo aquilo que me faltava
Na chuva semeando a terra ja molhada
eu me olhava
me procurava
em esbocos
em resquicios
em vontades
a alma as vezes vazia
da dor e da alegria
o olhar ansiando um repouso
e o corpo desejando o teu corpo
no misterio dos meus passos
pelas ruas molhadas de tanta neblina
no frio ressecando a pele, e tudo por dentro
naquelas ruelas antigas
o caos; minha garganta ensaiava
em meio a escuridao eu te buscava
e perdia os segundos
na vida que passava
AF
Monday, 24 November 2008
Faithless

Crumble
For how many nights I will scream in vain,
your name,
your name.
For how many days, I will keep repeating to myself how much I need you when my world crumbles and my hopes are in vain. For how many nights I will be lying in bed crying just for the thought of having your angel arms around me once again. And for how long more I will invent this strange reality. -YOU never , have been this good, so why do I keep recreating you in my mind.
This shadows, echos, chaos... When are you leaving for good? Why do you keep holding me in your hands, but keep yourself so, so, so faraway.
Are a new beginning out there just waiting?? AF
Friday, 21 November 2008
Run
You run away,
I run after you, and you hide
I got lost, and disappear inside my own cocoon
You look for me and you can't find me there
You think I forgot about the old tale
And you run away again
And like that, just like that
We keep losing each other
In the middle of the worst storm. And all a girl needs is a boy to cuddle in the rain. AF
Anais, anais
ds on me, who does not doubt my courage or my toughness, who does not believe me naive or innocent, who has the courage to treat me like a woman. Noite

Thursday, 20 November 2008
Dead

Sometimes we seemed not to realise how easy, how extremely easy is, for a heart to be broken...
Quite offen we don't realise how easy, how awfully easy is to kill a LOVE.
Sometimes we can cry over someone for a long time, and longing for his attention and caring, but one, only one unthinkable move can change the whole circle for ever.
You killed my Love. And I am happy to be free again. You killed my love, and you know how you did that. So no more, no more, crying over something, I never had.
You killed my love. And you know you did it.
vvvvvvvvvvvvvvvvvvvvvvvvYou killed it and now is too late. AF
Wednesday, 19 November 2008
Tuesday, 18 November 2008
Perdas e ganhos
ntro. Nao sei, se perder, amadurece, ou nao, acho que depende muito de como respondemos as nossas perdas. Ha quem se amargure e nao saia do buraco nunca, ha quem use as perdas para valorizar e intensificar os ganhos, outros perdem, sangram, e seguem sem olhar pra traz, outros escrevem poemas, alguns choram por meses. Acho que eu me incluo em fracoes desmedidas em cada linha. Quero ainda, um dia mais, olhar com dignidade para tudo o que perdi, e sorrir, sabendo que jamais se perde o que se tem, e que e da vida as mudancas, e so nos cabe aceitar os ciclos e fluir com eles.Wednesday, 12 November 2008
Nin, nin, nin, nin, nin, nin, nin, nin....

Um homem jamais pode entender o tipo de solidão que uma mulher experimenta. Um homem se deita sobre o útero da mulher apenas para se fortalecer, ele se nutre desta fusão, se ergue e vai ao mundo, a seu trabalho, a sua batalha, sua arte. Ele não é solitário. Ele é ocupado. A memória de nadar no líquido aminótico lhe dá energia, completude. A mulher pode ser ocupada também, mas ela se sente vazia. Sensualidade para ela não é apenas uma onda de prazer em que ela se banhou, uma carga elétrica de prazer no contato com outra. Quando o homem se deita sobre o útero dela, ela é preenchida, cada ato de amor, ter o homem dentro dela, um ato de nascer e renascer, carregar uma criança e carregar um homem. Toda vez que o homem deita em seu útero se renova no desejo de agir, de ser. Mas para uma mulher, o climax não é o nascimento, mas o momento em que o homem descansa dentro dela."Anais Nin
Friday, 7 November 2008
Power

If there are lessons to be learned, I want to learn them quickly and move on to the greater chapter of my life. If there are battles to overcome, then I will win them all, and my tears, sweat and blood will be the proof that my fears haven't defeated me. If there are things to be lost, then, I will lose each, but not without greater sorrow, as losing is a lesson I haven't learned.
And beyond everything between earth and human nature, there must be the sparkling soul which never, ever, lets us go.
Bravery, spirit, courage, love, faith, hope, strength, witticism and kindness be my mirror, so every morning I can see reflected on me what I deserve from the world outside, and entrust to those who come my way, even gratitude.
God be my guide, goddess be my heart, and by you, and you alone, I shall never be misled.
Ana Frantz
Friday, 24 October 2008
Veu das memorias
Quando criancas, criamos varios herois, construimos heroinas e castelos encantados, para mais tarde percebermos, nos longos dias adultos, que as fantasias de crianca pouco tinham a ver com a realidade. Da minha infancia restaram muitos ecos de gargalhadas, muitas brincadeiras, fogueiras no mato, barraquinhas feitas de pedacos de tecidos ou nylon, banhos de piscina de plastico, com desenho de peixes coloridos por toda parte, o carinho a sete maos que so quem vem de uma familia grande pode usufruir. Os anos 80 naquela Joaquim Murtinho, nao poderiam ter sido mais belos. Era a epoca do sonho a ceu aberto, da magia ganhando vida, e as bonecas ganhando amores. A epoca dos entardeceres de sol, da comida esfriando no prato, de todos os filhos em casa, da minha avo vindo para os almocos de todo o dia, com dois coques no cabelo, e um sorriso sempre no rosto.
Lembro do espaco pequeno, das peredes feitas de madeira, do sofa velho, das janelas e suas frestras, e lembro quanta felicidade la cabia. Lembro como era bom! O abraco ao alcance da mao, a geladeira abrindo, a procura pelo pote de bala, o sorvete na cama escondido do meu pai, que nao queria que eu engordasse... Meu Deus, como e bom lembrar! E quase como que abracar novamente. As memorias precisam ser revisitadas de tempos em tempos, pois se abandonadas elas migram para alem do nosso toque, onde os sentidos ja nao conseguem rebusca-las com tamanha precisao.
As memorias talvez nos sejam o bem mais caro, o DNA de nossos passos, de nssos amores, sonhos, de nossa alma. E e como se as memorias so estivessem esperando uma oportunidade de nascer, assim como a primeira estrela no ceu, que lida o caminho para uma constelacao inteira. As memorias vao se acendendo uma a uma, iluminando toda uma constelacao, toda uma vida, que vale a pena ser contemplada mais e mais pelo decorrer dos caminhos.
Amo as memorias, porque elas sao partes do que fui, e do que sou. Sao partes de tudo o que amo e perdi, e continuam sendo parte das coisas que mesmo na distancia e em outros tempos ainda continuam sendo minhas. Meus amores podem me deixar, meus amigos podem partir, ou posso eu, partir e deixa-los, mas as memorias, elas me acompanharao sempre, me lembrando que jamais estarei so, se continuar mantendo o segredo de acender a primeira estrela, porque as outras seguirao com ela.
Lembrar e viver tudo outra vez. Lembrar e celebrar a vida, e viver tudo eternamente. Quem um dia resolveu entrar na materia dos meus sentimentos, de la, nao saira jamais, e vai para todo o sempre da minha existencia, fazer parte dessa imensa lista de personagens e cenarios, que eu invento e recrio cada vez que olho tudo outra vez.
Ana Frantz
Manhas
em manhas assim na garoa do vento
nos bracos do destino
na leve brisa que emana
esses dias cinzas
na velha cidade
que carrega a minha imagem
um tanto quanto sem alma
e as vezes tao inundada dessa arte de ser
ando pela cidade adormecida
inundada
como as verdes retinas
dos olhos meus,
que ainda choram a ausencia desmedida
daquele que me fez tanto mal
mas ha de haver um certo prazer em sofrer
e no sangue que arde de tao vermelho
e no coracao que se expande de tao grande
e por amor corrompe suas proprias arterias
ando pela cidade em manhas manhosas
e sou confundida com sua propria materia
terra, cimento, e sujeira
ceu, passaro, grama
sou se nao uma reinvencao a cada dia
de um sonho esperando nascer
AF
Tuesday, 21 October 2008
E ele temia,
hhhhhhhhhhhhhhhh as lagrimas que ela fazia nascer, manchando seu vestido de cetim. Ele temia. Mas nada dizia, sobre seus proprios segredos e do seu medo da solidao.
kkkkkkkkkEle temia o peso de tanto amor.
ffffffffffffffffffffffffffffffffffffffffffffffffffffffffffffffffffffffMas nada dizia, quase que temendo, sua propria dor. E calado deixava se ir o peso de tanto amor, como se matando o que se ama, ou deixando-se matar o que se amou, o amor por si so, evaporaria de seu corpo. Mas nao evaporou. AF
Love is worth the caos

The stories we sit up late to hear are love stories. It seems that we can not know enough about this ridlle of our lives. We go back, and back, to the same scenes, the same words, trying to scrape out the meaning. Nothing could be more familiar than love. Nothing else eludes us so completely.
I do not know whether or not science will formulate its grand theory of the universe. I know that it will not make it any easier to read the plain text of our hearts. It is plain but it seems like a secret alphabet. We train as our own Egyptologists, hoping the fragments will tell a tale. We work at night as alchemists, struggling to decipher the letters mirrored and reversed. We are people who trace with our fingers a marvellous book, but when we turn to read it again the letters have vanished. Always the book must be rewritten. Sometimes a letter at a time is all we can do.
My search for you, your search for me, is a search after something that cannot de found. Only the impossible is worth the effort. What we seek is love itself, revealed now and again in human form, but pushing us beyond our humanity into animal instinct and gold-like sucess. The love we seek overrules human nature. It has a wildness in it and a glory that we want more than life itself. Love never counts the costs, to itself or otthers, and nothing is as cruel as love. There is no love that does not pierce the hands and feet.
Merely human love does not satisfy us, though we settle for it. It is an encampment on the edge of the wilderness, and we light the fire and turn up the lamps, and tell stories until late at night of those great loves lost and won.
The wilderness is not tamed. It waits- beautiful and terrible - beyond the reach of the campfire. Now and again someone gets up to leave, forced to read the map of themselves, hoping that the treasure is really there. A record of their journey comes back to us in note form, sometimes just a letter in a dead man's pocket.
Love is worth death. Love is worth life. My search for you, your search for me, goes beyond life and death into one long call in the wilderness. I do not know if what I hear is an answer or an echo. Perhaps I will hear nothing. It dosen't matter. The journey must be made. Janette Winterson - In The PowerBook
Monday, 20 October 2008
Bale
Mark Morris
Smell
"Smells are full of thoughts of course, they're not just smells, they make you remember." Michael Morpurgo - Children's author
Friday, 17 October 2008
So Deus sabe- Romar Beling

de calcular
quantas estrelas há no céu
adivinhar
quantos peixes há no mar
e estimar
quantas flores há no mel
ou encontrar
o fundo mais fundo
do teu olhar
imensidão que eu vi
tudo
seria pouco
só Deus sabe:
é o que penso
quando olho
pra ti
houvesse um jeito de andar no meio do fogo cerrado
e de chegar
na hora até quando atrasado
e inventar
o que ainda não foi inventado
e ganhar
um carinho ou fazer-te um agrado
e então rechear
essa vida que levo aqui
tudo
seria pouco
só Deus sabe:
é o que penso
quando olho
pra ti
houvesse um jeito
de apressar
o tempo e as suas estações
e de sonhar
à sombra de velhas canções
e beijar
o silêncio que agora expões
liberar
a força de dois corações
e pagar
o delito que nem cometi
tudo
seria pouco
Deus sabe o que faz:
é o que penso
quando olho
pra ti
Wednesday, 15 October 2008
Divorcio

Tuesday, 14 October 2008
Monday, 13 October 2008
Solidao
Deixa a luz entrar
semana que inicia.Atravessando Londres as seis e meia da manha, no assento trazeiro de um Taxi, quando tudo ainda dorme, e eu ali, mesmo sem dormir, vendo a cidade se acender devagarinho, os cafes abrindo suas portas, o pao quentinho, os limpadores de vidros executando sua tarefa, o varredor varrendo, a sinaleira abrindo, o cara fumando o primeiro cigarro do dia. E eu ali, no banco de tras, ao som de stay -U2, vendo a vida recomecar, a segunda-feira se acender na velha Londres. Cenas do cotidiano, atravessando a minha janela, e deixando o ar entrar na minha alma.
Percorrer as ruas de Londres, suas arterias, como dizia Quintana o poeta, e uma arte de aprender a amar, e como se precisassemos nos entregar para a cidade, da mesma forma que nos entregamos a um amor. De olhos fechados. Intensamente. Com tudo o que ha em nos e nos cabe. Para entao a cidade se acender e iluminar por dentro. Por dentro daquilo que e um mistrerio para nos mesmos, aquela faisca so esperando ser fogueira, o suspiro ensaiando o conto, o piscar de olhos prevendo um encontro.
Ontem andei assim sem rumo por tres horas, e me deparei com esquinas inusitadas, bares cheios de gente, cafes, parques e canais. Gente andando de bicicleta, outros empurrando um carrinho de bebe, outros carregando o bebe feito canguru no peito, gente vendendo livros na calcada, outros jogando futebol, casais abracados no sol, pai e filho conversando no banco do parque. E como num passe de magica a minha solidao ficou menor. E a cidade me abracou, e juntas deixamos o sol entrar, a lua banhar, e a vida recomecar. Ana Frantz
Sunday, 12 October 2008
Tristan
that this Isn't working out
I can tell by the look in your eyes,
you've made up your mind you haven't got a doubt
I remember when I first saw you,
remember the way I felt
and now your breaking me to pieces,
I don't know how I'll deal with this
but If I...
learned anything at all
it was to always be true to yourself and
I know that this isn't the end of it all
and I will fall...
Have you ever watched the shadows,
fly across the midnight sky
you know I used to watch the sunset,
but it seems that I haven't got the time anymore
but if I....
learned anything at all it was too
always be true to yourself and I
know that this is what I can do and
I'm gonna' try...
been thinking for days,
been sleepless for nights
but it all came to me,
driving home crying my eyes out
and if I...
learned anything at all it was too
never give up
cause I see all my dreams laid out in front of me
and for once it doesn't seem so tough
no, it doesn't seem so tough....
Thursday, 9 October 2008
Entao, agora que queimei minhas pontes, desfiz os caminhos, e larguei os velhos recortes de jornal pelo chao. Agora que decidi seguir em frente, que me comprometi a nao olhar pra tras, nao mais, a cruel rotina da espera ao entardecer, nao mais as lagrimas a queimar meu vestido de cetin. Agora que tudo faz sentido, e os gestos e as palavras, tuas,sempre tao frias, pousam na minha alma um vestigio de morte. Nao quero mais a dor, e renego essa solidao.
Agora que minhas pontes foram todas destruidas, e nao tenho mais [por onde voltar, quero mais e andar, andar, sem ter onde parar, por anos a fio, para chegar longe de tudo o que hoje eu sou, porque ja nao sou se nao um esbosso da minha propria arte de sofrer. AF
Trouble
Wednesday, 8 October 2008
She packs here things and she goes
She leaves the pictures hanging on the wall, she burns all
Her notes and she knows, she's been here too few years
To feel this old
If anybody ever had a heart, he wouldn't be alone
He knows, she's been here too few years, to be gone
says:
credo
says:
too sad
And we always say, it would be good to go away, someday
But if there's nothing there to make things change
If it's the same for you I'll just hand
The trouble understand, is she got reasons he don't
Funny how he couldn't see at all, 'til she grabbed up her coat
And she goes, she's been here too few years to take it all in stride
But still it's much too long, to let hurt go(you let her go)
And we always say, it would be good to go away, someday
But if there's nothing there to make things change
If it's the same for you I'll just hand
T
The same for you
Well I always say, It would be good to go away
But if things don't work out like we think
And there's nothing there to ease this ache
But if there's nothing there to make things change
If it's the same for you I'll just hang
Sad, but truth?? The truth in my heart. As sad as it may be to look inside, inside our hole, the pain still there, and it's shouting all over my ears, since the day I've packed my things and gone, gone, to where I could never return...
truth?
silence...
yes I know...
I am sorry
to disturb
with my pain
won't knock again
Monday, 6 October 2008
Na terra de Ulisses











“For you are goddesses, inside on everything, know everything. But we mortals hear only the news, and know nothing at all.” Homer



A small rock holds back a great wave.
Homer, The Odyssey


Ninguém , com toda certeza, é capaz de assumir a liderança em todos os campos, pois para um homem os deuses concederam as proezas da guerra, a outro, a dança, para um outro, a música e o canto, e, num outro, o todo poderoso Zeus colocou uma boa cabeça.Homero

May the gods grant you all things which your heart desires, and may they give you a husband and a home and gracious concord, for there is nothing greater and better than this -when a husband and wife keep a household in oneness of mind, a great woe to their enemies and joy to their friends, and win high renown.
Homer, The Odyssey
Thursday, 2 October 2008
Jean Charles de Menezes
Ana Frantz
Curtinas
Entre o que sou do que me desfigura, ja sao tantas virgulas, ja sao tantos paragrafos escritos. Se te falo, de meu mais profundo paradoxo, tu sorris como quem nao entende. Mas meus medos eram todos por nao ser suficiente. Por nao ser aceita e nao ter sido convidada a entrar naquela porta aberta. Na minha
mais atual loucura, na minha cegueira e incapacidade, vejo apenas uma janela aberta, e nela quero entrar, arrebentando as curtinas, me arrebentando inteira. AF
Do lado de fora
Tuesday, 30 September 2008
Por te esperar
E eu te espero, como a terra espera A chuva para fecundar
Eu te espero chegar
Te espero em longas tardes vazias, te espero em longos contos de solidao, em silencios que se espicham com a noite, e o dia, e mais um dia. Eu espero o telefone tocar, e ele nao toca por dias. Espero o som da tua voz,
A fecundar em meu ouvido a calma
Eu te espero chegar, e mergulho em meus desesperos, em gritos sufocados de silencio, em lagrimas, em angustias, em dores puras.
Eu te espero
Como as loucas esperam os Deuses
Eu te espero em asas de anjos, fadas e passaros
Espero, na mitologia, na astrologia, na quiromancia
Eu te espero como quem espera
A vida voltar
E nessa demora de te esperar morro devagarinho por nao saber quando tu viras me resgatar dessa longa espera por te esperar.
AF
Livros que me acompanham em 2009
- Notes from my travels- Angelina Jolie
- THE SHAMANIC WAY OF THE HEART - Chamalu- Luis Espinoza
- Shooting Butterflies - Marika Cobbold
- The Global Deal - Climate change and the creation of a new era of progress and prosperity- Nicholas Stern
- The Penelopiad- Margaret Atwood
- Discover Atlantis - Diana Cooper
- Tne Gift - How the creative spirit transform the World - Lewis Hyde
- My East End: A history of Cockney London- Gilda O'Neil
- Delta of Venus- Anais Ninn
- The Little Prince- Antoine de Saint Exupéry *** Apr
- Doidas e Santas- Martha Medeiros (March)
- The English Patient by Michael Ondaatje
- Gilead by Marilynne Robinson - Feb
- Healing With the Faries by Doreen Virtue (Feb)
- Montanha Russa- Martha Medeiros (Feb)
- O codigo da Inteligencia - Augusto Curry - Feb
- O Ensaio sobre a cegueira - Jose Saramago ( Jan Lendo)
Livros que andaram comigo em 2008
- Meditacao a primeira e ultima Liberdade by OSHO ( Dec)
- The English Patient by Michael Ondaatje (Dec Lendo)
- Harry Potter and the Philosopher's Stone - J.K Rowling (Oct Lendo)
- The PowerBook - Janette Wintersone (Oct- )
- A vida que ninguem ve- Eliane Brum (Sep - Lendo)
- The Birthday Party - Panos Karnezis - (Sep )
- Ensaio sobre a Lucidez -Jose Saramago (Lendo...)JUN
- Nearer The Moon -Anais Ninn (Lendo..) JUN
- Superando o carcere da emocao - Augusto Cury(lendo...) JUN
- Perdas e Ganhos- Lya Luft Jun(Releitura) Jun
- A Mulher que escreveu a Biblia - Moacyr Scliar(May) ****
- The Secret By Rhonda Byrne (May)
- Time Bites -Doriss Lessing March (lendo...)
- Life of Pi - Yann Martel (March to May )
- The Kite Runner -Khaled Hossein /March ****
- Back when we were geown ups / ANNE TYLER (larguei na metade)
- O Sonho mais doce - DORIS LESSING /Feb ****
- The Crimson Petal and the White- MICHAEL FABER / Dec-Jan / ***
Livros que me acompanharam em 2007
- Burning Bright - TRACY CAVILER
- Fear of flying - ERICA JOUNG (larguei na 50th pagina)
- I'll take you there - JOYCE CAROL OATES ***
- Memorias de minhas putas trsites GABRIEL GARCIA MARQUEZ ***
- The Siege - HELEN DUNMORE ***
- A girl with a pearl earing - TRACY CHAVILER ***
- A year in Province PETER MYLES ( larguei na metade)
- The mark of the angel- NANCY HUSTON-
- A bruxa de portobelo - PAULO COELHO -
- Under the Tuscany Sun - FRANCES MAYA -
- Sophie's World - JOSTEIN GAARDER *
- The umberable lightness of being - KUNDERA- **
- As aventuras da menina ma MARIO VARGAS LOSA - ****
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