Wednesday, 30 April 2008

Oh Yes


Castles in the air - they are so easy to take refuge in. And so easy to build as well.
Henrik Ibsen

Como todos os grandes apaixonados, gosto da delícia da perda de mim, em que o gozo da entrega se sofre inteiramente. E, assim, muitas vezes, escrevo sem querer pensar, num devaneio externo, deixando que as palavras me façam festas, criança menina ao colo delas. São frases sem sentido, decorrendo mórbidas, numa fluidez de água sentida, esquecer-se de ribeiro em que as ondas se misturam e indefinem, tornando-se sempre outras, sucedendo a si mesmas. Assim as ideias, as imagens, trémulas de expressão, passam por mim em cortejos sonoros de sedas esbatidas, onde um luar de ideia bruxuleia, malhado e confuso.

Fernando Pessoa

A forest bird never wants a cage.
Henrik Ibsen

&




Romar says:
o que faço é adiar minha vida
e vida acho que não se adia
não tem pra quando
mas me conta de ti agora
como estão as coisas?


Ana- O universo e um pai generoso says:
quanto a mim eu estou bem
feita de momentos
as vezes pura solidao, puro desespero
noutras encontro a paz e ate alguma alegria
mas estou tentando viver um dia de cada vez
nao esta facil, mas eu nao esperava que fosse
no entanto me sinto mais forte hoje, pois mesmo nao querendo, estou sobrevivendo
e descobrindo amigos e forca em coisas que antes eu nao via
eu mesma
eu sou uma surpresa para mim mesma
mas quando fecho meus olhos... sinto saudades, sinto a falta, a abstinencia ardendo na pele
mas eu sei, que essa dor um dia vai passar
durmo mal, tenho pesadelos acordo desnorteada- corro para a sacada, tomo um cafe forte e assim comeco meu dia

passo na fruteira da esquina compro um mamao e levo para o trabalho para meu cafe da manha
tenho preguica de comer, de tomar banho e de fazer as coisas mais banais
hoje li a primeira pagina de um livro- apos um mes sem uma pagina virada
entao aos poucos a vida vai se alastrando novamente pelas veias
embora muitas vezes a gente pense que nunca mais vai respirar de novo

Mais forte é aquele que está só"
Ibsen

Monday, 28 April 2008

Nao quero mais


Nao quero mais viver uma verdade inventada. Quero agora o tempo que me falta. As coisas alheias, e tudo oque me faz sentido. Ha o tempo perdido, morrendo entre dobras no colchao. Quero sacudir o po, chamar os velhos amigos e renascer para sempre sincera comigo mesma.
O tempo perdido nao volta. As pegadas deixam marcas e saudade. Os anos correm ligeiros, ignorando nossos anseios.
Ha que viver a vida, ate seu ultimo drao, grao, gota!
Ana Frantz

O universo sempre conspira


Ainda que o movimento de 1964 tivesse transformado a nossa pátria em um paraíso, eu não me arrependo de lhe ter feito oposição. Para meu ideário político, o valor absoluto da vida é a liberdade. O paraíso, se estiver cercado, será sempre o inferno. " Obs.: Ao receber o título de Personalidade do Ano, da Associação Brasileira de Propaganda, em março de 1984.
Tranquedo Neves
Renda-se, como eu me rendi. Mergulhe no que você não conhece como eu mergulhei. Não se preocupe em entender, viver ultrapassa qualquer entendimento.
Clarice Lispector

Da liberdade de ser


Dizem que nascemos livres.
Do parto aos primeiros passos. Dos primeiros passos a primeira bicicleta. Da bicicleta ao primeiro carro. Do primeiro carro a casa propria. Da casa propria aos filhos.
A grande questao, que paira no ar de meus pensamentos, e um acento de interrogacao. Somos mesmo livres? Ou nos tornamos mais escravos na medida que crescemos?
A liberdade, nos dias de hoje ainda e atingivel, ou um ideal que esta distante dos horizontes no seculo XXI?
Me parece que as possibilidades abertas como um leque infindavel e colorido, nos deixaram mais egoistas. Mais pragmaticos e mais exigentes. Nao percebemos mais o peso de nossas escolhas, essa volupia de diferentes egos e nescessidades habitando um mesmo planeta ganham escalas impreceptiveis, e a bola de neve vai nos seguindo enquanto corremos contra o tempo.
Hoje ha mais e mais nescessidade de pertencer. Nem que seja a um grupo, a um relacionamento, a uma carreira, confraria, associacao de bairros, roda de amigos. E para sermos aceitos nesses grupos restritos, somos capazes de trocar a cor da pele, feito camaleao. E ai, que a liberdade muitas vezes nos escapa por entre os dedos.
Complicado julgar, ja que so estamos jogando com nosso instinto de sobrevivencia. John Donne ja dizia, "nenhum homem e uma ilha", e nao queremos ser ilha, queremos ser continente, praias quentes com multidoes indo e vindo. Queremos compania, risos, abracos, toques. Nao queremos o estar "so".
Solidao rima com tristeza, abandono e falta de afeto. Tememos a solidao. Sem perceber que quanto mais fugimos dela, mais nos distanciamos de nos mesmos, e da liberdade de ser quem se e, sem segredos, sem moldes e contradicoes.
A verdadeira liberdade so se absorve na solidao. E temo perceber que so se conhece a si mesmo, aquele que nao teme sua solitude.

Ana Frantz

Thursday, 24 April 2008

















Descobrimento, ainda











Para sêr grande, sêr inteiro; nada teu exagera ou exclui; sêr todo em cada coisa; põe quanto és no mínimo que fazes; assim em cada lago, a lua toda brilha porque alta vive. Fernando Pessoa

Ainda do descobrimento




Tudo vale a pena quando a alma nao e pequena! Fernando Pessoa

Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades,
Muda-se o ser, muda-se a confiança;
Todo o mundo é composto de mudança,
Tomando sempre novas qualidades.
Continuamente vemos novidades,
Diferentes em tudo da esperança;
Do mal ficam as mágoas na lembrança,
E do bem, se algum houve, as saudades...

Wednesday, 23 April 2008

O descobrimento de Portugal

















A liberdade é a possibilidade do isolamento. Se te é impossível viver só, nasceste escravo.
Fernando Pessoa


"(...)Que dias há que na alma me tem postoUm não sei quê, que nasce não sei onde,Vem não sei como, e dói não sei porquê."...porque o amor é assim mesmo...Sente-se...apenas!Camões







Thursday, 17 April 2008

Fado

O fado é, por excelência, a canção de Lisboa. Produto de um sentimento próprio, de uma alma que não se explica mas que se sente, o fado é ainda hoje o produto mais nobre e genuíno da cultura popular portuguesa.
É de alma que se fala; de sentimentos que se respiram; de saudades que se sentem. É o Fado que se canta. Do antigo e do novo, mas sempre o Fado, que se quer ouvido em silêncio, enquanto se prova um caldo verde e se trinca uma rodela de chouriço num naco de broa.
Acompanhado à guitarra, o fado conta uma história de mar salgado em torno do qual se reúne todo o povo português. As palavras de cada fado cantam a alma desse povo, atravessada pela saudade de quem partia e a angústia de quem, no porto de Lisboa, aguardava a chegada dos barcos que nem sempre voltavam.

Out of Town


Thursday, 10 April 2008



We've got this gift of love, bu love t is like a precious plant. You can't just accept it and leave it in the cupboard or just think it's going to get on by itself. You've got to keep watering it. You've got to really look after it and nurture it.

John Lennon (1940-1980) British musician.
The ultimate measure of a man is not where he stands in moments of comfort and convenience, but where he stands at times of challenge and controversy.
Martin Luther King Jr. (1929-1968) American black leader.

Estou aqui para dizer-lhes algo que é absolutamente inacreditável: que vocês são deuses e deusas. Vocês se esqueceram disso.

OSHO

Osho

Sempre que houver alternativas tenha cuidado. Não opte pelo conveniente, pelo confortavel, pelo respeitável, pelo socialmente aceitável, pelo honroso. Opte pelo que faz o seu coração vibrar. Opte pelo que gostaria de fazer, apesar de todas as consequências.

Da Sensibilidade


Vi outro dia, uma entrevisa com Osho. A jornalista ao perguntar, porque somos tao sensiveis, ouve Osho dizer que a sensibilidade e uma caracteristica inerente do ser humano, nascemos sensiveis. Aqueles que se consideram sensiveis deveriam orgulhar-se de si mesmos, porque nao deixaram com que o mundo capitalista conseguisse reverter sua essencia. Disse ainda que a pergunta deveria vir inversa. Porque nao somos mais sensiveis?


Achei isso de uma verdade extrema. Sempre me considerei uma pessoa sensivel. Sempre fui muito chorona, muito apegada, sempre gostei muito de carinho, de colo, de aconchego. Minhas emocoes foram sempre muito baguncadas. Nao frequentei a pre-escola. Porque nao suportava ver pela janela minha mae indo embora pelas longas escadarias. Meu coracao dava um pulo, sentia um vazio maior que o do Grand Kenion, e me entregava a um choro infantil sem nenhuma vergonha. Naquela epoca minhas emocoes venceram os adultos e acabei ficando aquele ano todinho brincando em casa, sob a protecao das asas de minha mae.


No entanto nem sempre a vida nos responde da mesma forma. Talvez os anos 80 foram anos mais pacificos, talvez os dias corriam mais devagar na terra do Balao Magico, do Sitio do Pica-Pau amarelo, do programa da Xuxa, do Pense Bem e Pogo Bol. Do mundo da Barbie e dos Comandos em Acao. A decada da informacao. Do Renato Russo e do rock gaucho.


No entanto, os anos atuais, alem da virada do milenio, estao sendo caracterizados pela luta contra a violencia e o terrorismo. Contra o aquecimento da Terra. Era da internete rapida, era do You Tube, video cameras, Big Brothers, Globalizacao, Tecnologia com T maiusculo a mil por hora. Telecomunicacoes ficaram mais baratas. Outras ate de graca como o Skype. Empresas aereas passaram a vender passagens a preco de centavos na Europa.

Uma decada onde as fronteiras entre o possivel e o impossivel ganharam outras dimensoes mas os dias pareceram ficar mais curtos. A competicao mais cerrada. O poder de compra aumentou e com ele a nescessidade de mais e mais.


Sera que e possivel manter uma essencia sensivel em meio a esse turbilhao? Onde tudo se recicla. Sentimentos se transformam. E ate o amor se torna um produto na prateleira. Trocas incansaveis. Julgamentos insensiveis e padronizados. Tu es o que come, o que les, o que vestes e o que "aparenta ser".

Sao so meus olhos, ou ficamos mais egoistas apos a virada do seculo? Mais roboticos, calculistas e sem duvida mais "sucedidos"!

Suscesso e uma questao pessoal, mais do que isso e uma escolha. Sempre achei que pessoas de suscesso sao aquelas que conseguem manter sua essencia, as que choram e riem de dor e prazer. As que amam loucamente e que nao se envergonham de assumir erros ou pedir desculpas. As que se deixam tocar pela vida, se deixam naufragar com ela, e a bebem com toda a intensidade nescessaria.
Ana Frantz

Wednesday, 9 April 2008

Do deserto de cada um


Fazem anos, que li pela primeira vez Dino Buzzati. Autor Italiano, escreveu mais de 40 livros. Bastante apegado as solidoes da alma humana. Temas filosoficos e metaforas do cotidiano. O seu livro mais famoso no Brasil, foi sem duvida, O Deserto dos Tartaros, que devo ter lido aos 19 anos, quando ainda trabalhava no jornal, e o convivio com meu amigo Romar era diario. Como nao poderia ser novidade, Buzatti caiu nas minhas maos principiantes por conta de Romar, que sempre se esmerou em tentar me educar literalmente.

Lembro o quanto esse livro mexeu com minhas estruturas juvenis. Lembro do meu naufragio filosofico. Lembro de como aquele deserto, sem nada, me assustou. Lembro de como prometi a mim mesma, nunca me entregar ao deserto, nunca acreditar em miragens, nunca aceitar promessas de um futuro imprevisivel. Prometi a mim mesma naquelas tardes quentes, que nessa vida, eu me comprometeria com um objetivo somente- jamais deixaria minha alma cair no deserto. No deserto dos Tartaros que Buzzati tao bem pincelou, no deserto das esperas, no deserto das ilusoes, de sacrificios por um amanha que talvez nunca chegue.

Prometi a minha alma marota, que seria feliz a cada dia, que concentraria minhas forcas para que o dia de hoje sempre valesse a pena, sempre possuisse essencia, sempre, sempre!

E ca estou. Sentada a janela observando esse imenso deserto.

Quando foi mesmo que me perdi? Quando foi que construi dia apos dia, esse imenso pedaco de chao seco e sem vida? Esse horizonte distante, longinquo ate mesmo das minhas esperancas mais juvenis?

Nao sei se foram os anos, a distancia, a cegueira cosmopolitana, a fumaca ou a poluicao das grandes cidades. Talvez minha carencia foi maior que minha propria alma, e exigiu de mim, acreditar em ilusoes quando a realidade era dura demais para absorver.

Mas aconteceu. Talvez tenha acontecido com voce tambem, e nem tenhas percebido.

Agora o deserto me olha. O tempo passou. Nao volta mais. Terei que atravessar essas longas terras de seca e po, com meus pes descalcos e a garganta sedenta, ou posso sentar aqui, confortavel a beira da janela, e continuar esperando por algo que nunca acontecera.

Para quem nao leu O Deserto dos Tartaros. Leia!!! Leia agora, leia hoje, prometo que serao horas muito bem investidas.

Dou uma palinha, certo?


O livro conta a desventura do oficial Giovanni Drogo, o qual, aos vinte anos, é nomeado, em seu primeiro posto, para o forte Bastiani, que se ergue imponente e solitário às margens abandonadas do 'deserto tártaro'. Drogo, que espera ficar ali poucos meses, aguardando uma transferência, vê a vida transcorrer sem que sua razão de ser se realize: transformar-se num soldado verdadeiro, conhecer a glória de participar de uma guerra que, tudo indica, não vai acontecer...."

Há uma reflexão sobre o tempo (o que fazemos da nossa vida? Assistimos apenas o passar dos anos como se fôssemos imortais?), sobre a atitude do ser humano frente à vida.

"Numa belíssima manhã de setembro Drogo, o capitão Giovanni Drogo, mais uma vez sobe a cavalo a íngreme estrada que conduz ao forte Bastiani. Teve um mês de licença, mas após vinte dias já está de volta; a cidade agora se lhe tornou completamente estranha, os velhos amigos tomaram seu caminho, ocupam posições importantes e o cumprimentam apressadamente como a um oficial qualquer" (pág. 207).

O final do livro emociona os que acompanham toda a vida de Drogo dedicada ao forte. De uma certa forma nos remete aos dias atuais em que muitos se dedicam obstinadamente a objetivos ilusórios, passam sua juventude lutando por um sonho e deixam de viver a vida verdadeiramente. Depois da leitura podemos nos questionar: o que ando fazendo da minha? Pelo quê ando lutando? Em pleno século XXI, se ainda não temos respostas, pelo menos conseguir formular mais claramente nossas perguntas...

Sex and the City: Movie Trailer

Astrology today




You can't stop the tides --
no matter how hard you try --
and in a few short weeks, you'll know exactly why you wouldn't have wanted to.
Stop resisting the inevitable.
You'll learn to surf faster if you stop trying to control the waves and just enjoy the ride.

Tuesday, 8 April 2008

Fernando, o Pessoa

Valeu a pena? Tudo vale a pena Se a alma não é pequena.

Deixa ir...


Sempre é preciso saber quando uma etapa chega ao final...

Se insistirmos em permanecer nela mais do que o tempo necessário, perdemos a alegria e o sentido das outras etapas que precisamos viver.

Encerrando ciclos, fechando portas, terminando capítulos. Não importa o nome que damos, o que importa é deixar no passado os momentos da vida que já se acabaram.Foi despedida do trabalho? Terminou uma relação? Deixou a casa dos pais? Partiu para viver em outro país? A amizade tão longamente cultivada desapareceu sem explicações?

Você pode passar muito tempo se perguntando por que isso aconteceu....Pode dizer para si mesmo que não dará mais um passo enquanto não entender as razões que levaram certas coisas, que eram tão importantes e sólidas em sua vida, serem subitamente transformadas em pó. Mas tal atitude será um desgaste imenso para todos: seus pais, seus amigos, seus filhos, seus irmãos, todos estarão encerrando capítulos, virando a folha, seguindo adiante, e todos sofrerão ao ver que você está parado. Ninguém pode estar ao mesmo tempo no presente e no passado, nem mesmo quando tentamos entender as coisas que acontecem conosco.

O que passou não voltará: não podemos ser eternamente meninos, adolescentes tardios, filhos que se sentem culpados ou rancorosos com os pais, amantes que revivem noite e dia uma ligação com quem já foi embora e não tem a menor intenção de voltar.

As coisas passam, e o melhor que fazemos é deixar que elas realmente possam ir embora...Por isso é tão importante (por mais doloroso que seja!) destruir recordações, mudar de casa, dar muitas coisas para orfanatos, vender ou doar os livros que tem. Tudo neste mundo visível é uma manifestação do mundo invisível, do que está acontecendo em nosso coração... e o desfazer-se de certas lembranças significa também abrir espaço para que outras tomem o seu lugar.

Deixar ir embora. Soltar. Desprender-se. Ninguém está jogando nesta vida com cartas marcadas, portanto às vezes ganhamos, e às vezes perdemos. Não espere que devolvam algo, não espere que reconheçam seu esforço, que descubram seu gênio, que entendam seu amor. Pare de ligar sua televisão emocional e assistir sempre ao mesmo programa, que mostra como você sofreu com determinada perda: isso o estará apenas envenenando, e nada mais.

Não há nada mais perigoso que rompimentos amorosos que não são aceitos, promessas de emprego que não têm data marcada para começar, decisões que sempre são adiadas em nome do "momento ideal".

Antes de começar um capítulo novo, é preciso terminar o antigo: diga a si mesmo que o que passou, jamais voltará!

Lembre-se de que houve uma época em que podia viver sem aquilo, sem aquela pessoa - nada é insubstituível, um hábito não é uma necessidade.Pode parecer óbvio, pode mesmo ser difícil, mas é muito importante.Encerrando ciclos. Não por causa do orgulho, por incapacidade, ou por soberba, mas porque simplesmente aquilo já não se encaixa mais na sua vida.

Feche a porta, mude o disco, limpe a casa, sacuda a poeira. Deixe de ser quem era, e se transforme em quem é. Torna-te uma pessoa melhor e assegura-te de que sabes bem quem és tu próprio, antes de conheceres alguém e de esperares que ele veja quem tu és..

E lembra-te: Tudo o que chega, chega sempre por alguma razao.

Fernando Pessoa

Say you love me again...

Monday, 7 April 2008

Never let me go


diz para esse moco nunca, nunca me deixar partir???

esse moco nao le livro nao, ele nao sabe das coisas de romances, das rimas da poesia, das nuancias de um por de sol e do quao amargo e o gosto do adeus

esse moco sabe somar quanto e um mais um, sabe das cores preta e da branca, nao mistura aromas nem estilos

esse moco nao sabe das coisas complexas
das imperfeitas - que sao mais saborosas

ele nao sabe nao

Wednesday, 2 April 2008

NUNCA, NUNCA, CONFIE NUM HOMEM QUE NUNCA TENHA LIDO UM LIVRO POR INTEIRO QUE NAO TENHA SIDO OS DAS AULAS DE LITERATURA. E BEM PROVAVEL QUE ELE NAO TENHA IDEIA SOBRE A ALMA FEMININA, SUAS DESAVENCAS E CONFLITOS E SENSIBILIDADE EXTREMA. E BEM PROVAVEL QUE ELE SAIBA POUCO, TAO POUCO SOBRE A VIDA REAL QUE ACONTECE AQUI DO LADO DE FORA!

Livros que me acompanham em 2009

  • Notes from my travels- Angelina Jolie
  • THE SHAMANIC WAY OF THE HEART - Chamalu- Luis Espinoza
  • Shooting Butterflies - Marika Cobbold
  • The Global Deal - Climate change and the creation of a new era of progress and prosperity- Nicholas Stern
  • The Penelopiad- Margaret Atwood
  • Discover Atlantis - Diana Cooper
  • Tne Gift - How the creative spirit transform the World - Lewis Hyde
  • My East End: A history of Cockney London- Gilda O'Neil
  • Delta of Venus- Anais Ninn
  • The Little Prince- Antoine de Saint Exupéry *** Apr
  • Doidas e Santas- Martha Medeiros (March)
  • The English Patient by Michael Ondaatje
  • Gilead by Marilynne Robinson - Feb
  • Healing With the Faries by Doreen Virtue (Feb)
  • Montanha Russa- Martha Medeiros (Feb)
  • O codigo da Inteligencia - Augusto Curry - Feb
  • O Ensaio sobre a cegueira - Jose Saramago ( Jan Lendo)

Livros que andaram comigo em 2008

  • Meditacao a primeira e ultima Liberdade by OSHO ( Dec)
  • The English Patient by Michael Ondaatje (Dec Lendo)
  • Harry Potter and the Philosopher's Stone - J.K Rowling (Oct Lendo)
  • The PowerBook - Janette Wintersone (Oct- )
  • A vida que ninguem ve- Eliane Brum (Sep - Lendo)
  • The Birthday Party - Panos Karnezis - (Sep )
  • Ensaio sobre a Lucidez -Jose Saramago (Lendo...)JUN
  • Nearer The Moon -Anais Ninn (Lendo..) JUN
  • Superando o carcere da emocao - Augusto Cury(lendo...) JUN
  • Perdas e Ganhos- Lya Luft Jun(Releitura) Jun
  • A Mulher que escreveu a Biblia - Moacyr Scliar(May) ****
  • The Secret By Rhonda Byrne (May)
  • Time Bites -Doriss Lessing March (lendo...)
  • Life of Pi - Yann Martel (March to May )
  • The Kite Runner -Khaled Hossein /March ****
  • Back when we were geown ups / ANNE TYLER (larguei na metade)
  • O Sonho mais doce - DORIS LESSING /Feb ****
  • The Crimson Petal and the White- MICHAEL FABER / Dec-Jan / ***

Livros que me acompanharam em 2007

  • Burning Bright - TRACY CAVILER
  • Fear of flying - ERICA JOUNG (larguei na 50th pagina)
  • I'll take you there - JOYCE CAROL OATES ***
  • Memorias de minhas putas trsites GABRIEL GARCIA MARQUEZ ***
  • The Siege - HELEN DUNMORE ***
  • A girl with a pearl earing - TRACY CHAVILER ***
  • A year in Province PETER MYLES ( larguei na metade)
  • The mark of the angel- NANCY HUSTON-
  • A bruxa de portobelo - PAULO COELHO -
  • Under the Tuscany Sun - FRANCES MAYA -
  • Sophie's World - JOSTEIN GAARDER *
  • The umberable lightness of being - KUNDERA- **
  • As aventuras da menina ma MARIO VARGAS LOSA - ****

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