Tuesday, 29 July 2008

Saudade é não saber. Não saber o que fazer com os dias que ficaram mais compridos, não saber como encontrar tarefas que lhe cessem o pensamento, não saber como frear as lágrimas diante de uma música, não saber como vencer a dor de um silêncio que nada preenche. Martha Medeiros

Das curvas da estrada

Quantas vezes te prometi coisas, que eu sabia, nao poder cumprir. Te enganava, mas era para te segurar perto de mim. Quantas vezes jurei para mim mesma, que nao iria mais chorar. Que depois de bater a porta nao iria mais voltar. Quantas vezes eu implorei para mim mesma, um pouco de dignidade. O quao importante era nao pedir perdao, quando a culpa nao havia sido minha. Quis nao ser mais a vitima. Lutei para nao te esquecer. Me vigiei para nao me deixar partir. Te quis, e quis te amar. Suportei tua prisao, a ferro e fogo. Tuas negacoes. Ate agora eu me paraliso com a ideia do amor que eu tenho, mas que nunca foi o que tivemos. Invento, crio, algo. Nao sei. Penso que te amo. Mas talvez amo essa falta, que insisto em pintar nos teus olhos, o brilho que nunca esteve la.

Sera que um dia eu tive o teu amor? Quantos segundos na vida, tu me olhastes profundamente? Em quantos minutos tu entendestes cada palavra da minha boca?

Ao meu redor vai e vem, essa nunvem de confusao. Te querer, nao te ter. Abstinencia. Raiva e rancor. Se coloco meus pes em terra estranha, me seguro em cima do muro, porque nao quero me deixar partir. Nao quero que me percas. Mas tu, ja nao sabes mais quem eu sou. Ja nao queres mais tudo o que fui. Negas, te renegas, a ti e a teu amor. nao me falas da verdade. Tuas palavras sao vazias da intimidade que um dia eu te dei. E te dei tantas coisas. Todas as coisas do meu mundo. Do meu vasto mundo. Dos meus paradoxos mais profundos, e dessa delicia de ser, e desse inferno de ser. Te dei o que eu sou, inteiramente. Entao nao me peca para evitar a dor, ou a fala em solucos, porque tudo o que vivi foi intensamente.

E eu me prometi, nunca mais chorar por ti. Nem mais um dia, nem mais um momento. Mas ainda te sinto em mim. Sinto tua respiracao e o ritmo do teu coracao. Sinto tua alegria, e tua dor. Nunca disse que poderia ser essa reinvencao que criastes. Mas era eu, quem te amava como eras. Em meio a meus gritos de raiva, todo mundo via, que era a ti que eu adorava. Pulastes fora da montanha russa, e agora me dizes que queres uma estrada unica.

Va! Corre em busca dessa estrada reta, porque eu ainda estarei procurando as curvas. As curvas tortas da vida. E rezo para que numa curva bem acentuada eu me bata de frente com alguem que ame as curvas da estrada tanto quanto eu, e aceite meus gritos de dor e meus gemidos de prazer com a mesma intensidade. A.F

*** and? ***




Enquanto tu espera um chamado do destino, eu espero que nao seja tarde demais e rezo para que tua confusao passe antes que a minha comece. A.F





Sera, so imaginacao? Sera, que vamos conseguir vencer


Tuesday, 22 July 2008


I exist despite of you...

Monday, 21 July 2008

palavras











E foi pela manha. Pelas circusntancias dos caminhos trocados. Ela atravessando Londres em um taxi as seis da manha, pensando nele. Ele a caminho do aeroporto pensando nela. Ai me pergunta uma velinha na plateia - Mas porque eles nao podiam ficar juntos?Porque nem sempre o amor basta, responde, uma voz rouca ao fundo...

Was just for a litlle while

Your eagle eyes looking for mine

Your hands searching inside

Searching for my deepest secrets

Was just a moment, a single tic-tac on the watch.

Was just for a litlle while,

you inside me.

Your kisses in my tongue. Your hands around my soul. How did you manage to still that from me so easily? AF

All I needed now was a litlle room.

A litlle dark room. A space alone.

Where I can close my eyes and dream just for a little while... A F

*



Difícil é expressar
por gestos e atitudes
o que realmente queremos dizer,
o quanto queremos dizer,
antes que a pessoa se vá.
Carlos Drumond de Andrade

Ardencia

Quando te vejo esqueco das muralhas imensas que construimos entre nos. Quando me olhas- me despes com teu olhar. E sou tua! Mesmo quando ja nao quero ser, nao porque me faltou amor, mas porque precisei sobreviver a ele. Quando tuas maos acariaciam meu rosto e teu olhar perfura a minha alma, como so quem carrega meu coracao na mao poderia fazer. E quando me convence de que preciso de tua presenca para me sentir viva. Nao. Viva nao. Para me sentir humana. Preciso da tua negacao, do teu julgamento sujo, quase ignorante. Preciso odiar tudo que acreditas, para so assim descobrir o que me traz a fe.
Te preciso, e isso deveria bastar. Poderia ser tao simples. Mas eu sei, e tu sabes, que nao sobreviveremos se ficarmos juntos.
E quase como um vicio. Um paladar que perdeu o juizo. O amargo dos meus dias ao teu lado, o exagero da logica, e uma loucura ao contrario.
Mas te amo, e isso pra mim ja basta. Contigo meu mundo e pequeno, quase cabe em uma caixa, sem ti meus horizontes, sou eu quem invento. Mas no final da tarde, ou no amanhecer de um dia cinza, e teu reflexo que tento enxergar no espelho, tentando ainda reconhecer algum traco qualquer de memoria. Algum beijo teu, um eco de teus gritos, e de todo aquele desassossego. Me olho, me procuro, tento te encontrar em mim, mas o que vejo, e uma outra pessoa. Uma icognita, um buraco negro, um poco vazio.
Entre risos, choros, e oracoes, escondido no fundo do peito, e meu desejo que mora. E ele e teu, e eu sei, e tu sabes, que nao consegues me seguir, nao sabes me acompanhar, e nao queres que eu te siga.
Ana Frantz

Pensar e transgredir


Nao lembro em que momento percebi que viver deveria ser uma permanente reinvenção de nós mesmos — para não morrermos soterrados na poeira da banalidade embora pareça que ainda estamos vivos. Mas compreendi, num lampejo: então é isso, então é assim. Apesar dos medos, convém não ser demais fútil nem demais acomodada. Algumas vezes é preciso pegar o touro pelos chifres, mergulhar para depois ver o que acontece: porque a vida não tem de ser sorvida como uma taça que se esvazia, mas como o jarro que se renova a cada gole bebido.
Para reinventar-se é preciso pensar: isso aprendi muito cedo. Apalpar, no nevoeiro de quem somos, algo que pareça uma essência: isso, mais ou menos, sou eu. Isso é o que eu queria ser, acredito ser, quero me tornar ou já fui. Muita inquietação por baixo das águas do cotidiano. Mais cômodo seria ficar com o travesseiro sobre a cabeça e adotar o lema reconfortante: "Parar pra pensar, nem pensar!"
O problema é que quando menos se espera ele chega, o sorrateiro pensamento que nos faz parar. Pode ser no meio do shopping, no trânsito, na frente da tevê ou do computador. Simplesmente escovando os dentes. Ou na hora da droga, do sexo sem afeto, do desafeto, do rancor, da lamúria, da hesitação e da resignação. Sem ter programado, a gente pára pra pensar. Pode ser um susto: como espiar de um berçário confortável para um corredor com mil possibilidades. Cada porta, uma escolha. Muitas vão se abrir para um nada ou para algum absurdo. Outras, para um jardim de promessas. Alguma, para a noite além da cerca. Hora de tirar os disfarces, aposentar as máscaras e reavaliar: reavaliar-se. Pensar pede audácia, pois refletir é transgredir a ordem do superficial que nos pressiona tanto. Somos demasiado frívolos: buscamos o atordoamento das mil distrações, corremos de um lado a outro achando que somos grandes cumpridores de tarefas.
Quando o primeiro dever seria de vez em quando parar e analisar: quem a gente é, o que fazemos com a nossa vida, o tempo, os amores. E com as obrigações também, é claro, pois não temos sempre cinco anos de idade, quando a prioridade absoluta é dormir abraçado no urso de pelúcia e prosseguir, no sono, o sonho que afinal nessa idade ainda é a vida.
Mas pensar não é apenas a ameaça de enfrentar a alma no espelho: é sair para as varandas de si mesmo e olhar em torno, e quem sabe finalmente respirar. Compreender: somos inquilinos de algo bem maior do que o nosso pequeno segredo individual. É o poderoso ciclo da existência. Nele todos os desastres e toda a beleza têm significado como fases de um processo. Se nos escondermos num canto escuro abafando nossos questionamentos, não escutaremos o rumor do vento nas árvores do mundo. Nem compreenderemos que o prato das inevitáveis perdas pode pesar menos do que o dos possíveis ganhos. Os ganhos ou os danos dependem da perspectiva e possibilidades de quem vai tecendo a sua história. O mundo em si não tem sentido sem o nosso olhar que lhe atribui identidade, sem o nosso pensamento que lhe confere alguma ordem. Viver, como talvez morrer, é recriar-se: a vida não está aí apenas para ser suportada nem vivida, mas elaborada. Eventualmente reprogramada. Conscientemente executada. Muitas vezes, ousada. Parece fácil: "escrever a respeito das coisas é fácil", já me disseram. Eu sei. Mas não é preciso realizar nada de espetacular, nem desejar nada excepcional. Não é preciso nem mesmo ser brilhante, importante, admirado. Para viver de verdade, pensando e repensando a existência, para que ela valha a pena, é preciso ser amado; e amar; e amar-se. Ter esperança; qualquer esperança. Questionar o que nos é imposto, sem rebeldias insensatas mas sem demasiada sensatez. Saborear o bom, mas aqui e ali enfrentar o ruim. Suportar sem se submeter, aceitar sem se humilhar, entregar-se sem renunciar a si mesmo e à possível dignidade. Sonhar, porque se desistimos disso apaga-se a última claridade e nada mais valerá a pena. Escapar, na liberdade do pensamento, desse espírito de manada que trabalha obstinadamente para nos enquadrar, seja lá no que for. E que o mínimo que a gente faça seja, a cada momento, o melhor que afinal se conseguiu fazer.
Lya Luft

Porque quando te vejo tudo o que quero e que me leves contigo, mesmo sabendo que teu paraiso e meu maior inferno? A.F

Da arte


Nao sei



E da para definir a dor? Tentar expulsar de alguma forma, como se abrindo os poros da pele, ela, pudesse verter livre pela superficie. Tentar falar a respeito e dificil, tentar expor, explicar para um amigo da dor que sente. E como se fosse doer tudo outra vez. Manter a dor quieta na alma, e como se aliementassemos um pequeno monstro a cada segundo. E da para esquecer a dor? Olhar para o outro lado, prender o pensamento, comer um sorvete, sair para dancar, comprar um vestido laranja, colocar uma flor azul no cabelo. Nao sei.

Ana Frantz





Wednesday, 16 July 2008

Fenix


E como se precisasse renascer em mim mesma a cada semana. Rebuscar forcas, reinventar novas esperancas, replanejar todo o meu futuro. Muitas coisas flutuando na minha cabeca no momento. Muito querer. Uma confusao evasiva, como um momento de mudanca como esse exige, eu acho. Por isso resolvi assistir um pouco a esse bale da vida, resolvi sentar na plateia e olhar as asas indo de um lado para o outro sob meu olhar para mais tarde tomar minhas decisoes, trassar meus rumos.

Ana Frantz

Friday, 11 July 2008

Thursday, 10 July 2008

De um amor maior ainda


Nao sei de onde vem. Nao sei porque vem e me atinge assim, dessa forma. As vezes me atira no chao com tamanha furia, que vejo meu sangue verter. Noutras me nutre e me abraca com tanto carinho e me faz flutuar. Essa inconstancia. Essa dor constante, essa vontade de ir embora, e esse medo de fugir de tudo que me faz tao mal.

A solidao concreta nao me aflige mais. Seus tijolos tao imensos que insistem em construir muros ao meu redor nao me amedrontam. Ha dias que escalo suas arterias e passo para o outro lado sem maiores dificuldades, noutros em que me enfraqueco adormeco na sombra de sua muralha, e sonho com outras terras.

Nao sei de onde vem, esse mal me quer. Esse bem me quer. Essa confusao. Esse estranhamento. Essa falta de movimento.

Ha um amor maior beirando meu mar. E me sinto inundar por essa corrente de querer bem. Esse elo. A preocupacao. O pesar. Oro para quem quero bem. Abraco quem eu amo em pensamentos. Desejo estar perto. A verdade e que hoje me distancio de todas as coisas e de todos que amo. Me distancio do que me faz bem. E luto sozinha contra o mal. Me confundo, e me perco. Mas dentro de mim ha um amor maior. Pela vida! Pleo passado e pelos dias que virao. Se e que eles virao!

Nao sei porque, a vida e injusta, e a saudade tao amarga. Nao sei de onde vem essa sensacao de que tudo vai dar errado. Esse medo de nada lhe bastar. Essa nescessidade de se sentir protegido. Protegido de que, por Deus, eu me pergunto? Havera de haver protecao maior que a vida?

Me entrego a forca que ha em mim. Amo com a voracidade que pede a vida. Amo os que estao distantes. Amo tambem quem esta por perto, e a eles ensaio piadas, porque gosto de ver sorrisos na boca dos outros. Amo quem eu perdi, e esses eu amo em silencio, e quase segredo. Amo o meu passado, e tento ganhar o meu futuro. Meu presente e sempre uma nevoa que aflora e deixa um certo aroma, ninguem ve direito o que se foi, nem o que vem. O presente passa rapido demais para ser definido, ou lembrado, como presente. Por isso sou feita de passado, e de um futuro que nao sei se chegara.

Sou feita de faltas. Sou feita de saudades. E de um amor maior ainda.

Ana Frantz

Wednesday, 9 July 2008

Feel the world like you did

" When I read what you write about June now, I feel almost like laughing. You spent your life storming at her, criticizing her, attacking her, denying her self, her value, all she represented ( and then you say you love, but what is love but the acceptance of the other whatever he is) You could have made me yield with a sign, but this sign you never made. Remember this: it was never vanity which made me seek to be loved by others, but the need of reality, of humaness. The need of expression and directness and worship one can put a finger on and say: there it is, it's a heart beating, if I move this person feels it, if I leave this person knows it, if I drop away they feel fear. I exist in them, that is life, there is something happening there. But when I walk into your place, I see the most expressionless face, the most vague, negative gestures, the most complete ghostliness. It is not enough to take a woman in bed, you know, human beings were given other forms of expression. I express what I feel, you go out of your way to deny, to blur and efface all manifestations of attachments of any sorts, you harp on the collective, on the principle of friendship rather than the friend ." Anais Ninn

Tuesday, 8 July 2008

Songs



Videntes loucos de cara

Descrentes loucos de cara
Pirados loucos de cara
Ah, vamos sumir!
Latinos, deuses, gênios, santos, podres
Ateus,
imundos e limpos
Moleques loucos de cara
Ah, vamos sumir!
tGigantes, tolos, monges, monstros, sábios
Bardos, anjos rudes, cheios do saco
Fantasmas loucos de cara
Ah, vamos sumir!
Vem anda comigo pelo planeta
Vamos sumir! vem nada nos prende ombro no ombro vamos sumir!
        Vitor Ramil

Monday, 7 July 2008

Campanha do bem - Para Sta Cruz do Sul

Eu que nao acredito em politica.
Eu que perdi a fe.
Que julgava todos os politicos, farinha do mesmo saco. Eu que nao fazia mais questao de votar.
Que perdi meu lado civico em uma lixeira qualquer. Eu, que vi, minha irma, se empenhar, gastar horas sagradas em campanha politca, reunioes, comicios em uma constante luta por justica social e mudanca.
Que vi ela desembolsar seu salario suado para investir na campanha, nao por almejar a promocao pessoal, ou para uma verba mais gorda no final do mes, mas por acreditar, genuinamente na transformacao do pais.
A ela meu orgulho, pois em mim corre o mesmo sangue, a ela meus olhos se curvam e quase vertem em lagrimas, por ainda haver, gente assim. Gente do bem. Gente que sonha, mas sai do conforto de sua casa, se priva de horas sagradas com seu filho e vai as ruas ensaiar seu grito de luta, seu grito de esperanca, seu grito de mulher.

Sunday, 6 July 2008

Propagandas Geniais

Tob (Balão Mágico) meu 1º amor

Minha velha infancia...

Carta da Maninha


Quando ficares triste, olha para a janela...Procure fixar teus olhos no horizonte...Sinta a brisa do ar, o perfume das flores, o som dos pássaros...Converse com amigos verdadeiros...Siga o exemplo da natureza, Que se renova a cada estação. Não esqueça de rezar...pois Ele também quer nossa atenção...E nós, precisamos da proteção Dele...Ame os outros como a ti mesmo,Assim terás paz de espírito.Não remoa o passado...Viva o presente! Não espere...se supere...corra atrás...Trilhe objetivos concretos, Assim, os dias passam a ter significado! Cuide da saúde e do espírito! Pense a longo prazo...Amores vêm e vão, como chuva de verão...O laço de sangue é eterno, é amor verdadeiro.Quando estiveres pensativa...Olha para a janela...E veja como tudo passa...Dias, horas, meses, anos,Dores, alegrias, derrotas, conquistas...O tempo passa...E ele cobra...O que fizeste com o tempo?Aproveita-o bem...para que ele não te cobres...Quando ficares triste, olha para a janela...


Aqui - Ana Carolina

Livros que me acompanham em 2009

  • Notes from my travels- Angelina Jolie
  • THE SHAMANIC WAY OF THE HEART - Chamalu- Luis Espinoza
  • Shooting Butterflies - Marika Cobbold
  • The Global Deal - Climate change and the creation of a new era of progress and prosperity- Nicholas Stern
  • The Penelopiad- Margaret Atwood
  • Discover Atlantis - Diana Cooper
  • Tne Gift - How the creative spirit transform the World - Lewis Hyde
  • My East End: A history of Cockney London- Gilda O'Neil
  • Delta of Venus- Anais Ninn
  • The Little Prince- Antoine de Saint Exupéry *** Apr
  • Doidas e Santas- Martha Medeiros (March)
  • The English Patient by Michael Ondaatje
  • Gilead by Marilynne Robinson - Feb
  • Healing With the Faries by Doreen Virtue (Feb)
  • Montanha Russa- Martha Medeiros (Feb)
  • O codigo da Inteligencia - Augusto Curry - Feb
  • O Ensaio sobre a cegueira - Jose Saramago ( Jan Lendo)

Livros que andaram comigo em 2008

  • Meditacao a primeira e ultima Liberdade by OSHO ( Dec)
  • The English Patient by Michael Ondaatje (Dec Lendo)
  • Harry Potter and the Philosopher's Stone - J.K Rowling (Oct Lendo)
  • The PowerBook - Janette Wintersone (Oct- )
  • A vida que ninguem ve- Eliane Brum (Sep - Lendo)
  • The Birthday Party - Panos Karnezis - (Sep )
  • Ensaio sobre a Lucidez -Jose Saramago (Lendo...)JUN
  • Nearer The Moon -Anais Ninn (Lendo..) JUN
  • Superando o carcere da emocao - Augusto Cury(lendo...) JUN
  • Perdas e Ganhos- Lya Luft Jun(Releitura) Jun
  • A Mulher que escreveu a Biblia - Moacyr Scliar(May) ****
  • The Secret By Rhonda Byrne (May)
  • Time Bites -Doriss Lessing March (lendo...)
  • Life of Pi - Yann Martel (March to May )
  • The Kite Runner -Khaled Hossein /March ****
  • Back when we were geown ups / ANNE TYLER (larguei na metade)
  • O Sonho mais doce - DORIS LESSING /Feb ****
  • The Crimson Petal and the White- MICHAEL FABER / Dec-Jan / ***

Livros que me acompanharam em 2007

  • Burning Bright - TRACY CAVILER
  • Fear of flying - ERICA JOUNG (larguei na 50th pagina)
  • I'll take you there - JOYCE CAROL OATES ***
  • Memorias de minhas putas trsites GABRIEL GARCIA MARQUEZ ***
  • The Siege - HELEN DUNMORE ***
  • A girl with a pearl earing - TRACY CHAVILER ***
  • A year in Province PETER MYLES ( larguei na metade)
  • The mark of the angel- NANCY HUSTON-
  • A bruxa de portobelo - PAULO COELHO -
  • Under the Tuscany Sun - FRANCES MAYA -
  • Sophie's World - JOSTEIN GAARDER *
  • The umberable lightness of being - KUNDERA- **
  • As aventuras da menina ma MARIO VARGAS LOSA - ****

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