Tuesday, 31 March 2009




Avoir Toute Liberte



Thursday, 26 March 2009


And sometimes is seen a strange spot in the sky
A human being that was given to fly





High...flying

Oh,oh

High...flying

I thought I was ready...

Beliving that was about time I let you go.

Wednesday, 25 March 2009

Tuesday, 24 March 2009

Novo achado...

Banksy...

On my knees


I feel fine and I feel goodI feel like I never should Whenever I get this way, I just dont know what to say Why cant we be ourselves like we were yesterday Im not sure what this could mean I dont think you are what you seem I do admit to myself That if I hurt someone else Then wed never see just what were meant to be Every time I see you falling I get down on my knees and pray Im waiting for that final moment Youll say the words that I cant say.
Frente

Waiting...


EMPTY


containing nothing; having none of the usual or appropriate contents: an empty bottle.
vacant; unoccupied: an empty house.

without cargo or load: an empty wagon.
destitute of people or human activity: We walked along the empty streets of the city at night.
destitute of some quality or qualities; devoid (usually fol. by of): Theirs is a life now empty of happiness.
without force, effect, or significance; hollow; meaningless: empty compliments; empty pleasures.
not employed in useful activity or work; idle: empty summer days.
Mathematics. (of a set) containing no elements; null; void.
without knowledge or sense
; frivolous; foolish: an empty head.
completely spent of emotion: The experience had left him with an empty heart. ( Dictionary- The way I feel today... )

Monday, 23 March 2009

Estatua



E eu que te julguei bem mais que esta estatua envelhecida de ferro. Eu que te idolatrei em teus mais estranhos desvios. Aceitei tuas cicatrizes, concertei tuas chagas, amaciei tua estrada. Plantei flores no teu jardim, te emprestei minhas asas, te dei uma casa, e nela minha vida.


Ja nao anseio teu retorno. Ja nao espero que teu olhar amacie com o tempo e teu coracao mostre sinais de expressao. Ja nao quero nada, se nao, a paz, de tua ausencia. Ja nao almejo me esconder em teus bracos da vida, que excita e fere. Quero a liberdade e a dor que ela traz. Quero tudo e nada mais.


Nada que me lembre tua frieza, nada que me lembre da tua falta de tato com tudo que faz parte do meu mundo. Nao quero nada, que me faca uma vez mais, chorar por ti. Pelo leite derramado, pelas horas de silencio, pelas noites que sofri baixinho, pelos sonhos que nunca realizei porque sempre estivestes tao ocupado para perceber que eu respirava ao teu lado. Nao quero mais tuas sardas nos labios, a paz dos teus olhos verdes. Nao me venha fazer companhia, nao me ligue fingindo que nada aconteceu e que ainda ha tempo para piadas ao telefone. O vento passou, e me levou com ele.


Nao apenas meus longos cabelos, algo alem em mim foi cortado, e sobre essa estranheza, nao encontro sinonimo adequado, o que sei? -nao sou mais a mesma, sei, ja nao es mais o mesmo.


Seguimos entao, sem olhar pra tras. E apenas Adeus, e nada mais.

Ana Frantz

Saturday, 21 March 2009

Friday, 20 March 2009


Cinema nacional



Ontem assisti Midnight; de Walter Salles. Nao gostei.


Nao gostei do filme. E isso nao tem nada a ver com a fotografia, trilha sonora, desempenho dos artistas. A trama? Nada mal. O que me irritou profundamente no filme, e em Walter Salles, foi a constante referencia a cena do crime, que estamos ja, TAO fartos de assistir no cinema brasileiro.


Simplesmente nao compreendo, porque, todo o filme brasileiro que se destaca nos grandes centros internacionais, retratam a favela, as drogas, a violencia, o Rio de Janeiro, a policia civil, a corrupcao e os presidios.


Sinceramente! Eu sei que ISSO e tambem a realidade brasileira, afinal, sou brasileira, mas sei, que no Brasil ha outras coisas acontecendo fora da favela. Fora do Rio de Janeiro. Ha tanta coisa para ser mostrada, debatida, explorada com um olhar mais artistico. A amazonia por exemplo? Sera que alguem ai assistiu o documentario de Bruce Parry na amazonia? Ali da para tirar pelo menos umas dez ideias bacanas, de roteiros que despertariam o interesse internacional e ajudariam a divulgar a luta ambiental que travamos para salvar nossa floresta. Cade a ginga brasileira? O carnaval? O que nos identifica como Nacao, o sorriso no rosto, as praias, gente jovem e bonita, o amor e a poesia?


Estou cansada de ver filmes sobre a favela, sobre as mazelas. Quero ver gente amando, sorrindo, lutando. Quero ver gente brada, forte, retumbante. Quero ver na tela do cinema, as licoes que vi com meus proprios olhos, da nossa gente, que nao entrega os pontos, que nao tem vergonha de chorar, de beijar na rua, de dancar como se ninguem estivesse olhando. . Quero ver o pobre honesto dando exemplo de superacao. Quero ver mais filosofia e menos sangue. Quero ver mais alma, legendas que contem a nossa historia, e nao nossas derrotas. Cenas que mostrem nossas belezas, nao nossas chagas.

Ana Frantz

Camera que filma os dias...

ffffffffffffffffffffffffffffffffff
Carpend
Carpen Diem!!












nAdA

Teve tanto SOL! Teve tanto acontecimento! Teve tantas cores gravadas na retina, tardes de sol, noites de febre. Que andei me esquecendo das manchetes de jornais, esquecendo das pautas, e de tudo o que me interessava DIZER. As ideias ficaram voando no ceu da inspiracao, como borboletas coloridas que negam o pouso.

E tudo isso aconteceu, nesse espaco curto, e eu me esqueci de tudo aquilo que eu queria falar e que era tao bonito, tao importante naquele momento...


A F


Tuesday, 10 March 2009

Monday, 9 March 2009


O destino trama os dias e desmarca o sonho: demarca meus contornos, parte disso que sou e serei. Quem sabe desejei demais. Milagres nao me bastaram! Mas quando eu quis ser rainha, fui simplesmente humana. A voz da vida insiste, chama para o que salva, ou desatina: nem sempre a entendi.

Palvras buscam sentido para o que fiz, falhei, conquistei e perdi - ou que abandonou nalguma esquina.

(Talvez eu precisasse era dos silencios.)

Lya Luft

Ilusion's break it free!

And sudenly I realized it! He was never going to be the man I was longing for...
I don't know what took me so long to discover LOVE has little to do with connectivity, a life worth living, needs to find that sacred place where everything live together in perfect harmony.

Still chanting my sacred songs, but the worst of man's are still atrracted to me.
Want to go where the angels sing's love songs and pierce our hearts with a lascive bond that shall last forever...
I will keep on dreaming, is the most moral of all desires. My soul still flying...
AF

Sunday, 8 March 2009

" Obrigada por insistir para que eu deixasse voce, para que eu fosse seguir a minha vida. Obrigada por sua confianca, que seriamos melhor amigos que amantes, eu estava presa em uma condicao social que eu pensava que me favorecia, mas nada me favorece mais do que essa liberdade para qual voce, que me conhece mais do que a mim mesma, apresentou-me como saida"

Martha Medeiros/ Doidas e Santas

Monotonia


Eu quero a sorte de um amor tranqüilo

Com sabor de fruta mordida

Nós, na batida, no embalo da rede
Matando a sede na saliva
Ser teu pão, ser tua comida
Todo amor que houver nessa vida

E algum trocado pra dar garantia
E ser artista no nosso convívio
Pelo inferno e céu de todo dia
Pra poesia que a gente não vive
Transformar o tédio em melodia
Ser teu pão, ser tua comida
Todo amor que houver nessa vida
E algum veneno anti monotonia
E se eu achar a sua fonte escondida
Te alcanço em cheio o mel e a ferida
E o corpo inteiro como um furacão

Boca, nuca e a tua mente, não
Ser teu pão, ser tua comida
Todo amor que houver nessa vida
E algum remédio que me dê alegria
E algum remédio que me dê alegria
Cazuza
  E inevitavelmente a chuva parou e  eu segui sem olhar pra tras...

Cafe de domingo



Acordei com um sonho ruim. Na verdade o sonho nao foi ruim. Mas foi um sonho, que nao tenho mais direito de sonhar.
Um sonho que doi.
Pelas janela, raios de sol, refletem sob meus cristais no topo da minha estante de livros.
A nostalgia ainda habita, e faz cocegas musicais no ceu da minha boca. Mas levanto da cama mesmo assim.
Na sacada as plantas balancam pela brisa do vento. Uma bela manha de domingo.
Meia calca laranja, saia e chapeu, caminho por Bethnal Green road, e me elegro com a alegria das ruas, das historias das pessoas, das gravatas coloridas e mantas engracadas, das frutas do mercado, e do mendigo que me da Bom Dia. O domingo nasceu para nos ver sorrir. E o que diz o comercial na TV.

Penso o que nao posso mais pensar. Sonho com o que nao posso mais sonhar; sim Ele ainda respira dentro de mim.
Saio pelas ruas, e celebro essa liberdade intensa que me abraca e me impulsiona a seguir, perseguir o que me faz bem.
Domingos assim, sempre fazem!
Mas Ele ainda vai e volta por meus pensamentos, passeando as vezes pelas mesmas esquinas. Memorias.

Paro para tomar um cafe. E sinto paz.
Continuo a andar e o vento me irrita.

Chego ao parque, e la tenho fantasias que nao deveria ter. Penso nele de novo. Lembro de quando passamos ao lado daquele mesmo jardim, e das flores que retornaram a florir. Mais uma vez; tento esquecer.
Me destraio com o pequeno menino no patinete com uma toca vermelha segurando a mao da mulher dos patins amarelos e azul, manta rosa com bolinhas vermelhas no pescoco e um vestido cor de telha e rosa fraco. Acho a cena linda, e tambem sonho isso pra mim. Absorvo o sol. Me encanto de novo com a vida; e quando menos
percebo, estou pensando de novo. De quando sentavamos ali. O imagino passando ao meu lado, nesse exato instante; ele passa e nao me ve, nao reconhece em mim, nada familiar, e vai embora. Ou, ele passa por mim e olha e para. Se aproxima, me comprimenta, me abraca. Nesse instante uma pomba voa perto de mim e me destraio novamente. E novamente o esqueco.
Deixo os raios de sol, inundarem tudo em mim, e meus passos cradenciam com o som da natureza, e por um longo momento simlesmente esqueco.
Passo pelo nosso portal magico, e ali, lembro, muito. Imagens coloridas vao se
posicinando uma a uma no veu da minha mente, quase tudo volta. Quase tudo. Entro naquela pequena parte protegida do parque, e sento no banco que sentavamos; e fico ali. Vejo os passaros voando de arvore em arvore, os avioes cruzando as nuvens, as nuvens cruzando o sol que aparece e some em suas teias. E eu, penso nele. Penso em como seria se ele estivesse ali comigo. Como seria se fosse roubada do presente para o passado, e voltasse para 2005,2006, 2007... Quem eu encontraria sentados ali? O quanto de nos ainda existiria assim?
Derramo algumas lagrimas, que escorrem na minha pele fria; sao como lavas de um vulcao, queimando a terra solida. Ainda existem em mim.
Sigo andando. E entro num cafe. O vento estava forte demais e o meu rosto estava congelando com o frio. Peco um suco de laranja e um capuccino. Me sento no sofa. Penso nele de novo. Nas inumeras vezes que o convidei para entrar nesse mesmo cafe, ele nunca entrou.
De onde estou vejo um belo jardim, atraves das janelas de vidro. A chuva comeca a cair. Leve, depois intensa. A musica ambiente acalma todos os meus sentidos. A chuva cai forte e molha tudo la fora. Estou presa aqui nessa tarde. Nao tenho guarda-chuva, e nao posso me arrsicar a me molhar porque destruiria minha camera e meu computador na bolsa.
E assim o domingo mudou. De uma bela tarde primaveril para um chuvosa tarde de inverno. E eu continuei ali.
Esperando a chuva passar...
Ana Frantz

Monday, 2 March 2009

Livros que me acompanham em 2009

  • Notes from my travels- Angelina Jolie
  • THE SHAMANIC WAY OF THE HEART - Chamalu- Luis Espinoza
  • Shooting Butterflies - Marika Cobbold
  • The Global Deal - Climate change and the creation of a new era of progress and prosperity- Nicholas Stern
  • The Penelopiad- Margaret Atwood
  • Discover Atlantis - Diana Cooper
  • Tne Gift - How the creative spirit transform the World - Lewis Hyde
  • My East End: A history of Cockney London- Gilda O'Neil
  • Delta of Venus- Anais Ninn
  • The Little Prince- Antoine de Saint Exupéry *** Apr
  • Doidas e Santas- Martha Medeiros (March)
  • The English Patient by Michael Ondaatje
  • Gilead by Marilynne Robinson - Feb
  • Healing With the Faries by Doreen Virtue (Feb)
  • Montanha Russa- Martha Medeiros (Feb)
  • O codigo da Inteligencia - Augusto Curry - Feb
  • O Ensaio sobre a cegueira - Jose Saramago ( Jan Lendo)

Livros que andaram comigo em 2008

  • Meditacao a primeira e ultima Liberdade by OSHO ( Dec)
  • The English Patient by Michael Ondaatje (Dec Lendo)
  • Harry Potter and the Philosopher's Stone - J.K Rowling (Oct Lendo)
  • The PowerBook - Janette Wintersone (Oct- )
  • A vida que ninguem ve- Eliane Brum (Sep - Lendo)
  • The Birthday Party - Panos Karnezis - (Sep )
  • Ensaio sobre a Lucidez -Jose Saramago (Lendo...)JUN
  • Nearer The Moon -Anais Ninn (Lendo..) JUN
  • Superando o carcere da emocao - Augusto Cury(lendo...) JUN
  • Perdas e Ganhos- Lya Luft Jun(Releitura) Jun
  • A Mulher que escreveu a Biblia - Moacyr Scliar(May) ****
  • The Secret By Rhonda Byrne (May)
  • Time Bites -Doriss Lessing March (lendo...)
  • Life of Pi - Yann Martel (March to May )
  • The Kite Runner -Khaled Hossein /March ****
  • Back when we were geown ups / ANNE TYLER (larguei na metade)
  • O Sonho mais doce - DORIS LESSING /Feb ****
  • The Crimson Petal and the White- MICHAEL FABER / Dec-Jan / ***

Livros que me acompanharam em 2007

  • Burning Bright - TRACY CAVILER
  • Fear of flying - ERICA JOUNG (larguei na 50th pagina)
  • I'll take you there - JOYCE CAROL OATES ***
  • Memorias de minhas putas trsites GABRIEL GARCIA MARQUEZ ***
  • The Siege - HELEN DUNMORE ***
  • A girl with a pearl earing - TRACY CHAVILER ***
  • A year in Province PETER MYLES ( larguei na metade)
  • The mark of the angel- NANCY HUSTON-
  • A bruxa de portobelo - PAULO COELHO -
  • Under the Tuscany Sun - FRANCES MAYA -
  • Sophie's World - JOSTEIN GAARDER *
  • The umberable lightness of being - KUNDERA- **
  • As aventuras da menina ma MARIO VARGAS LOSA - ****

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