Tuesday, 30 September 2008

Por te esperar

E eu te espero, como a terra espera

A chuva para fecundar

Eu te espero chegar

Te espero em longas tardes vazias, te espero em longos contos de solidao, em silencios que se espicham com a noite, e o dia, e mais um dia. Eu espero o telefone tocar, e ele nao toca por dias. Espero o som da tua voz,



A fecundar em meu ouvido a calma

Eu te espero chegar, e mergulho em meus desesperos, em gritos sufocados de silencio, em lagrimas, em angustias, em dores puras.



Eu te espero



Como as loucas esperam os Deuses

Eu te espero em asas de anjos, fadas e passaros

Espero, na mitologia, na astrologia, na quiromancia

Eu te espero como quem espera



A vida voltar


E nessa demora de te esperar morro devagarinho por nao saber quando tu viras me resgatar dessa longa espera por te esperar.

AF

No olho da tempestade

A segunda-feira fechou mais uma manchete negra ontem a tarde, quando o plano de reestruturacao financeira foi rejeitado nos Estados Unidos. A nuvem de inseguranca e incredibilidade ainda paira sobre os bancos, e vai aos poucos, se alastrando para as calcadas da cidade e para as cifras nao tao orbitantes.
oo
O trabalhador comum, que rala o ano inteiro para se manter a cima do nivel de suas dividas e que poupa um trocado e outro para as ferias no final do ano, esta se vendo ameacado. Antes o problema era no topo da piramide, banqueiros perdendo empregos e bonus milionarios, mas a avalanche esta agora escorrendo para as classes mais baixas da sociedade, gerando ainda mais pavor.Quando nao so os grandes bancos de investimento caem, mas os bancos comuns tambem comecam a entrar no mesmo colapso, que derrubou seus gigantes. O efeito domino, uma simples brincadeira de crianca, vista agora, em outras proporcoes.
oo
Os bancos estao quebrando porque nao confiam mais um no outro, e nao querem mais emprestar dinheiro entre si, com medo do risco muito alto. Quando a populacao passar a fazer o mesmo, recolhendo suas poupancas dos bancos, tudo caira em terra, pedra sobre pedra. A populacao vai segurar o que tem em casa, nao vai mais gastar com superfulo, e empresas vao falir. Restaurantes, bares e lojas vao fechar suas portas. O desemprego vai aumentar de forma assustadora.
oo
Um caos economico e social, pode ser facilmente previsto diante ao "trailer" que assistimos agora. Aliado a isso, a preocupacao com o super aquecimento da terra, os investimentos milionarios em energias limpas, reciclagem e produtos politicamente corretos pode sofrer um desaceleramento significante, deixando a humanidade a merce de seu proprio destino.
00
Nao vou falar aqui das previsoes de Nostradamus, do final do mundo no seculo XXI. Nao vou citar moral e pecado, castigo e punicao. Mas acima de religioes, crencas e filosofias, se fizermos uma leitura mais detalhada sob os ultimos acontecimentos no mundo, podemos claramente perceber que mudancas drasticas estao por vir.
00
Segundo minha astrologa, isso tudo, tem ainda a ver com a conjuncao planetaria nesse perido de 2008, onde Plutao vem com sua forca duplicada destruindo para reconstruir. A transformacao de valores, estruturas, lacos, raizes, tudo isso, vindo ao chao, para uma reconstrucao, tijolo por tijolo. Assim como a bela Fenix da mitologia egypcio-grega, que constroi seu ninho de canela, e poem fogo em si mesma para renascer das cinzas inteiramente nova.
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Ciclos e terminos nao sao novidades para a humanidade, no entanto, temos tremenda dificuldade em rompe-los. Talvez agora, mais do que nunca, seja um bom momento para olhar pra dentro, analisar os valores empoeirados como livros nunca lidos, desestruturar antigas sustentacoes que ja nao funcionam como antes. Talvez seja um bom momento para se reinventar, para dancar conforme a musica, para sair do anonimato, sair do comum. Usar a criatividade, recriar uma nova sociedade, pilar por pilar, real por real. E principalmente deixar ir o que precisa ir, trocar o que nao funciona mais, nem que isso seja um relacionamento, um computador, um trabalho, um sonho, um valor, uma sociedade, um sistema.
Em tempos assim, so vai ficar bem, quem aceitar a mudanca e mudar com ela.
Ana Frantz

Saturday, 27 September 2008

Que minha solidao me sirva de abrigo,

e que nela niguem possa entrar

so para me machucar... AF

Friday, 26 September 2008

Sempre te esperei



E eu que sempre te quis mais, transformei minhas tempestades, te entreguei meus raios de sol


E eu que sempre te quis Inundada numa enxurrada de ilusoes, retratos, cores, brincos, batons


Te via em coros, em liricas, poesia

Eu que sempre te quis nao importava

O que trazias,

Se meias sujas, sacolas vazias, rugas e mau humor

Eu que sempre te esperei a cada dia apos a chuva

por teu gesto mais raro, pelo poema e a flor, pela pele, boca, tudo

Eu sempre te esperei.

De olhos fechados, com as asas abertas, as janelas ao entardecer

Te vi chegar correndo, chorei ao te ver partir mansinho,

E continuei a esperar por ti

Nas areias do deserto, na agua azul do mar, te esperei na sombra

da goiabeira, da macieira, pela tarde inteira

Te esperei por noites, te vi nos meus sonhos, fugi de ti em meus pesadelos

Em meus transtornos, desesperos, na cruel abstinencia, desmedida impaciencia

Te esperei e me perdi

Os passos no relogio, o tic tac colado na tinta branca, correram contra o vento

e aceleraram as correntezas, os vendavais, e tudo virou

Solidao

Na longa espera por ti

AF

Thursday, 25 September 2008

Mulher



Uma mulher so precisa ser vista


para ser amada; Uma mulher para ser amada


precisa ser vista


Nua Em carne viva, na pele


no seio, no cheiro, [para a vida inteira]


Uma mulher para ser inteira


precisa ser reconhecida


no olhar, no jeito de amar, no amamentar,


Encanto na mesmice, extravagancia no jeito de dormir,

no olhar no espelho, no batom na boca,

a boca na boca.


Uma mulher para ser amada


precisa de um homem que a ame com delicadeza,


E uma beleza impecavel. Se nao for assim, nao e amor,

se assim nao for, a dor

AF



Monday, 22 September 2008

Profundamente


Eu queria que me olhastes profundamente do jeito em que eu te olho e que descobrisses por entre minhas veias das coisas desse sangue quente que me corre. Entao talvez tudo ficaria claro. Como o dia. Como a noite. Como o frio nas noites de novembro. Entao tu entenderias minha verborragia e minha falta de tempo. Entenderias porque grito quando tenho medo e porque nunca soube esperar nem um segundo.

Se me olhasses por dentro, do mesmo jeito que te olho, entenderias porque me humilho sem medo, e choro na frente do inimigo. Entenderias, meus arrepios de frio, e meus momentos de inspiracao. Entenderias quando meus olhos ficam mais verdes, ou quando estao marrons. Se me devorasses, do mesmo jeito que te devoro, tua pele, tua alma, tentando entender-te, sendo tu, e olhando com teus olhos, tu entao finalmente me descobririas.

O encanto poderia ser fatal, se me conhecesses profundamente. Se teu amor fosse profundamente sentido. Mas me sugas como vampiro meu sangue mais puro, e me enfraquece com tua fome cega, egoista e moral. AF

O amor é o ridículo da vida. A gente procura nele uma pureza impossível, uma pureza que está sempre se pondo. A vida veio e me levou com ela. Sorte é se abandonar e aceitar essa vaga ideia de paraiso que nos persegue, bonita e breve, como borboletas que só vivem 24 horas. Morrer não doi"

Cazuza

Cazuzaaaa.....

Eu vou pagar a conta do
analista
prá nunca mais ter que saber quem eu sou
Ah!

saber quem eu sou..

Sunday, 21 September 2008

Do amor



Certa vez uma amiga me disse que ninguem morre de amor. Romeu e Julieta morreram de amor, lhe disse em contradicao, e ela me olhou profundamente e me disse que eles morreram de idotice e nao de amor. Se Romeu tivesse lido o bilhete que Julieta lhe deixou nao teria tomado veneno e estupidamente se matado.
A retorica proceguiu, por horas e horas, e muitos calices de vinho, teorias, passagnes de livros e filmes sem que chegassemos mesmo a lugar nenhum. A piada ficou, e sei, que se eternizara em nosso meio, toda vez que alguem estiver chorando com o coracao partido, sei que uma de nos gritara sem piedade- Ninguem morre de amor!
Devo dar a mao a palmatoria e aceitar que ninguem morre de amor, mas as vezes, e como se morressemos, e e uma morte lenta, um processo doloroso, que vai aos poucos retirando cada pedacinho nosso, das coisas que conheciamos sobre nos mesmos e que passam a nao fazer mais sentido. Se morre subjetivamente de amor. E uma doenca que consome lentamente, e que nao possui antibiotico, vacina, ou remedio para dor.
Perder quem se ama, nao pela morte fisica, mas pela morte do elo que um dia existiu e sem duvida um desfio desesperador para a alma, que se apega tanto ao querer bem, sem saber medir os vicios e as delicias.
Cortar o elo e dificil, pois a pessoa ainda existe, so que nao pode mais existir na mesma dimensao, entao e preciso se armar de muros e muralhas para que o coracao entenda que de certa forma, embora ainda viva, aquela pessoa precisa morrer (subjetivamente). E como segurar a impulsividade de um telefonema? De um e-mail? De um jantar? Tudo bem se os dois lados estiverem bem resolvidos com a resolucao da separacao, mas o que acontece se um dos lados ainda ama com voracidade e ainda deseja que tudo fosse como antes, mais uma vez?
Mas assim como podemos morrer por amor, tambem podemos ser curados por ele, e essa e a viagem mais emocionante, no exercicio de viver. Como nas historias de contos de fadas onde a Cinderela foi salva por seu principe e a bela dormecida voltou a vida apos um beijo. Dizem que nada como um novo amor, para enterrar o velho.
O amor e a energia mais poderosa que existe. E por ter tanta forca vital, ele salva e mata. Aprisona e liberta. E quase sempre vive independente da nossa vontade, nasce, morre, rensace, ao nosso olhar atonito, que senta e percebe suas mudancas, sem ter controle quase algum sobre ele. Amor e quimica, misterio, sensibilidade, destino, aroma, paladar. Sabe se la porque nos paixonamos por aquele cara que nao tinha nada a ver com a gente.
A dor maior e quando o amor de um decide acabar enquanto o amor do outro ainda vive e nao quer sair. Expulsar o amor dentro de um coracao, pode ser a tarefa mais dificil do exixtir.
Ninguem morre de amor, mas as vezes a dor e tanta, que se fosse dor fisica, possivelmente o coracao pararia de bater. Como Cazuza disse um dia -Morrer nao doi! Se a morte nao causa dor, os pesos das perdas no viver deixam cicatrizes, e nos paralizam por um certo tempo nesse estado de dor intensa, onde prazer e alegria sao sentimentos quase impossiveis de reconhecer.
Toda perda gera conflito e dor, e nos atira para um outro nivel, para um outro cenario, que precisamos tentar conhecer, mesmo quando tudo o que desejariamos nessa hora era olhar pra tras e pisar naquela terra confortavel que deixamos.
Perder doi, e melhor seria se nao precisassemos perder nunca. Quem esta vivo sangra.
Ana Frantz

Friday, 19 September 2008

Abstinencia


  Por quanto tempo dura um amor? Por quanto tempo dura a dor de amar? Ate quando o coracao suporta tanto desespero? Ate que profundidade as lagrimas escorrem antes de cessar sua torrente?
   Tom Jobim cantou que todo grande amor so e bem grande se for triste. Os poetas dizem que criam mais quando sangram. E que amor, so e amor, se sobreviver as tempestades do desejo, da luxuria, do odio, e do perdao inevitavel.
   Pela vida que me corre nas veias, e dentro desse coracao que bate incansavel, desse orgao subjetivo que nunca desfrutou de amor alegre, de amor facil. Esse coracao que sangra e ama, que se entrega de olhos fechados. Esse coracao que grita e se irrita, que diz que ama, e tambem odeia. Esse meu pobre coracao de poeta. Coracao de Tom Jobim, que ama grande, e ama triste. 
   Esse coracao que se cansa de ter esperanca.
   A paciencia que nao me cabe, nessa desmedida urgencia de te ter de volta envolto em meus bracos que tanto te desejam. Essa falta, essa abstinencia, que finjo e fujo, mas que em noites de sexta feira me atormentam. Que sugam o que ha de melhor em mim.
  Se ele soubesse do que ha de mais belo em mim, e se ele descubrisse que essas estrelas so brilham para lhe ver chegar, um dia... E se as estrelas descessem aqui, nessa noite vazia, nessa cidade imensa, queria que elas me levassem tao alto, para poder te ver, e te alcancar, nessa distancia que nos une, na solidao de nos dois.
    Se ele soubesse da verdade do meu amor, de que cada passo, de cada piscar de olhos, e comeco de manha, meu desejo, meu cansaco, meus sorrisos, minha esperanca que e guiada pela demorada abstinencia, pela falta e agonia, do nao saber. Que minha saudade tem vida e que sinto a falta dele a cada noite envolta em meu cobertor.
Ana Frantz
    

Viktor & Rolf


Thursday, 18 September 2008

Writer


As a writer, either you grow or you get stuck.

That’s all there is to it. By that I mean that creativity is by its nature a growing and developing thing, and when we hold it back, it ruins us with its ferocious energy.
And because we are human, everything has to happen through the body.
So the body gets tired, needs looking after, needs respecting. That’s why I live as I do – the food, the exercise, the sleep. I want to go on working, and for that I need my whole self, not just my head, and for that I have to look after my whole self. Jeanette Winterson

Ainda Janette

Desire deserves respect.
It is worth the chaos.
But it is not love, and only love is worth everything.


constellation
of
wants and needs,
hopes and dreams,
a whole
universe
of
uninhabited
stars
looking for life.
Jeanette Winterson

Losing...


Why is the measure of love loss? In between those two words – love, loss, and standing on either side of them, is how all this happened in the first place. Another word: desire.

Wednesday, 17 September 2008

Chapter 1:

"Emma Woodhouse, handsome, clever, and rich, with a confortable home and happy dispositi0n, seemed to unite some of the best blessings of existence; and had lived nearly twenty-one years in the world with very litle to distress or vex her" Jane Austen

Tuesday, 16 September 2008

My eyes- Santorine





Sobre decisoes



Queria a inocencia de uma crianca em face de minhas mais extremas decisoes. Quando na iminencia de me atirar do alto, opto sempre pela covardia virando as costas para o maior frio da barriga que eu poderia esperar numa existencia inteira. Gostaria de as vezes nao saber as consequencias. Nao pesar as perdas, os juros, os lucros, o tempo que passa no relogio. Queria ter a liberdade de uma crianca, que ainda tem a tarde inteira para brincar, e uma vida inteira para planejar.

A vida as margens dos vinte e poucos anos, e cruel. Porque ainda somos jovens, mas velhos demais para continuarmos perdidos. Ainda temos tempo, mas nao o suficiente para perder com decisoes erradas. Ainda queremos casamento e filhos, mas antes deles, precisamos acelerar o caminho ao sucesso profissional, que deve vir logo, caso contrario correremos o risco de sermos maes avos. E isso, temos certeza, nao queremos encarar a maternidade com rugas demais.

A vida corre ligeira em 2008, com o "Credit Crunch" alarmando a sociedade e mais e mais empresas fechando suas portas a cada novo jornal entregue. Uma sociedade esmagada pela correria e pela simples luta por sobrevivencia, que muda de rotulos e varia de individuo para individuo.

Tempos complicados estes, em que escolhi nascer, numa decada, em que deveria ter mais certezas do que duvidas e me afirmar na escala social, para o "gran-final" passeio pela maturidade. Continuo correndo atras da fila, na espera de pegar esse voo logo, mas enquanto isso, tento deixar a vida me levar e nao ser levada pela correnteza da crise financeira. Quando abri o jornal na segunda feira de manha e descobri que o banco de investimentos Lehman Brothers faliu, fiquei chocada. Trabalhei la por dois anos, uma empresa fortissima, com um nome de peso, 4 mil empregados instalados num predio de 31 andares, tecnologia de ponta, e uma infraestrutura gigantesca. Da noite para o dia 4 mil pessoas desempregadas. Ondas de instabilidade ecoando nos quatro cantos do mundo. Os grandes jornais de Londres anunciam a maior recessao dos ultimos anos, comparada a grande recessao pre guerra de 1929.

De volta a 2008, a recessao certamente anda me perseguindo e com muita sorte venho escapando ilesa. A companhia aerea XL da qual viajei para a Grecia na semana passada decreteou falencia 24 horas apos eu ter aterrizado sa e salva no Reino Unido, e Lehman Brotheres fechou suas portas apos um ano do meu pedido de demissao. Espero continuar tomando as decisoes certas, fechando as portas, antes que elas se fechem na minha cara. No entanto a certeza das escolhas e os diversos caminhos que elas podem nos levar vai ser sempre o risco maior, que nem a bolsa de valores poderia superar.
Em meio a essa nuvem negra de instabilidade e inseguranca, nos, mulheres ainda meio adolescentes de vinte e poucos anos, ainda meio perdidas, ainda sofrendo nos ombros o peso da independencia financeira, precisamos de um bom jogo de cintura para nao cair do salto, e continuar encontrando meios de seguir a moda, por onde quer que ela passe, precisamos lembrar de colocar o batom na bolsa, de ler aquele livro, de ver o Walter Salles e ainda termos tempo para sonhar.

Enquanto isso na terra da Rainha, a London Fashion Week, tenta distrair e pincelar as paginas coloridas dos jornais com modelos e marcas famosas. Se teremos ainda inclinacao para gastarmos em brochinhos e bolsas, isso so o mercado financeiro podera responder e essa resposta talvez ainda custe a chegar.

Ana Frantz

Credit Crunch


The world is fading Fast...

Livros que me acompanham em 2009

  • Notes from my travels- Angelina Jolie
  • THE SHAMANIC WAY OF THE HEART - Chamalu- Luis Espinoza
  • Shooting Butterflies - Marika Cobbold
  • The Global Deal - Climate change and the creation of a new era of progress and prosperity- Nicholas Stern
  • The Penelopiad- Margaret Atwood
  • Discover Atlantis - Diana Cooper
  • Tne Gift - How the creative spirit transform the World - Lewis Hyde
  • My East End: A history of Cockney London- Gilda O'Neil
  • Delta of Venus- Anais Ninn
  • The Little Prince- Antoine de Saint Exupéry *** Apr
  • Doidas e Santas- Martha Medeiros (March)
  • The English Patient by Michael Ondaatje
  • Gilead by Marilynne Robinson - Feb
  • Healing With the Faries by Doreen Virtue (Feb)
  • Montanha Russa- Martha Medeiros (Feb)
  • O codigo da Inteligencia - Augusto Curry - Feb
  • O Ensaio sobre a cegueira - Jose Saramago ( Jan Lendo)

Livros que andaram comigo em 2008

  • Meditacao a primeira e ultima Liberdade by OSHO ( Dec)
  • The English Patient by Michael Ondaatje (Dec Lendo)
  • Harry Potter and the Philosopher's Stone - J.K Rowling (Oct Lendo)
  • The PowerBook - Janette Wintersone (Oct- )
  • A vida que ninguem ve- Eliane Brum (Sep - Lendo)
  • The Birthday Party - Panos Karnezis - (Sep )
  • Ensaio sobre a Lucidez -Jose Saramago (Lendo...)JUN
  • Nearer The Moon -Anais Ninn (Lendo..) JUN
  • Superando o carcere da emocao - Augusto Cury(lendo...) JUN
  • Perdas e Ganhos- Lya Luft Jun(Releitura) Jun
  • A Mulher que escreveu a Biblia - Moacyr Scliar(May) ****
  • The Secret By Rhonda Byrne (May)
  • Time Bites -Doriss Lessing March (lendo...)
  • Life of Pi - Yann Martel (March to May )
  • The Kite Runner -Khaled Hossein /March ****
  • Back when we were geown ups / ANNE TYLER (larguei na metade)
  • O Sonho mais doce - DORIS LESSING /Feb ****
  • The Crimson Petal and the White- MICHAEL FABER / Dec-Jan / ***

Livros que me acompanharam em 2007

  • Burning Bright - TRACY CAVILER
  • Fear of flying - ERICA JOUNG (larguei na 50th pagina)
  • I'll take you there - JOYCE CAROL OATES ***
  • Memorias de minhas putas trsites GABRIEL GARCIA MARQUEZ ***
  • The Siege - HELEN DUNMORE ***
  • A girl with a pearl earing - TRACY CHAVILER ***
  • A year in Province PETER MYLES ( larguei na metade)
  • The mark of the angel- NANCY HUSTON-
  • A bruxa de portobelo - PAULO COELHO -
  • Under the Tuscany Sun - FRANCES MAYA -
  • Sophie's World - JOSTEIN GAARDER *
  • The umberable lightness of being - KUNDERA- **
  • As aventuras da menina ma MARIO VARGAS LOSA - ****

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