Wednesday, 31 October 2012

Alguém

                  Me afundo nesse imenso cansaço.     
       

Palavras vazias caem como pedaços de papel amassado, com qualquer coisa que havia neles, para se jogar fora.
    
   

 Precisei andar muito, para voltar ao mesmo lugar.
 

     
      Depois de tanto andar, apenas pude entender, que a estrada era onde eu me sentia em casa e que era inútil pendurar quadros na parede para me convencerem a ficar. Depois de voltar para tudo o que é meu, aprendi que não possuímos nada, apenas aquilo que fizemos com o tempo.

     Tudo são memórias e pequenas histórias, que ninguém quer mais ouvir.
 

     Ao enterrar e desenterrar estes fragmentos do passado, entendi que mágoas são amuletos tolos que acumulamos pelo caminho para provar a nós mesmos o quanto lutamos. Se lutamos, nada importa! 
 
       O mais importante é continuar acreditando no sonho, apesar de tantas ilusões terem sido vencidas com duras verdades.
 

                   Depois de tanto silêncio e palavras sendo ditas solitárias em um deserto sem ecos, se aprende que há dois caminhos: ou deixar-se calar, ou seguir gritando, até que alguém escute.



Ana Frantz



 


Estranha

  Essas noites do Sul possuem uma luz amarelada e silenciosa que me assustam quando a poeira voa de um canto ao outro. As estrelas parecem maiores e os grilos competem com os cães que latem endoidecidamente pela madrugada. 

Sempre imaginei que a solidão vinha por ter me feito distante. Hoje sei e a descubro aqui.

 
    Não apenas dentro de mim, navegando em minhas carências e fantasias, mas neste mundo que deixei quando criança e que já não reconheço mais.
  
    Os amigos de infância se foram. As ruelas de pedra, asfaltadas. A floresta cortada, é hoje o apartamento onde moro e me escondo do convívio tão pedante com estes desconhecidos, falando em idiomas estranhos. Embora falem a língua que aprendi a decodificar desde muito pequena. Nestas palavras soltas, não encontro poesia.
  Nas novas ruas com fachadas de vidro, não percebo a beleza das coisas pequenas, que antes encantavam meus dias.
    
   Sou uma estrangeira em meu próprio país. Uma estranha que molesta o passar pedante das horas da pequena cidade. 
    
Ana Frantz
      
      
    




Words of reassurance

But only if they're true

Just some simple kindness

No vengeance from the gods..
g
h

Tuesday, 28 August 2012

Enquanto espero acontecimentos







      me perco do momento.
  AF

Tuesday, 24 July 2012




I believe in FAIRYTALES because I AM the one who creates them. 
                                                                                                    




                                                         AF

Friday, 20 July 2012



       So,  when you build your next SAND CASTLE, never, forget to destroy it, BEFORE it destroys   BBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBYOU!!!!! 

Monday, 16 July 2012

My angel

Once upon a time there was a boy with stars in his heart, after I met him, my world was never the same again. He gave me wings and a safe place to land, he carried me in his arms to safe embraces and childish endeavours. He made me believe in fairytales and made me feel beautiful.


He carried the sky in his eyes and every tone of blue, which used to make me fly, just by looking at them.

The way he count the stars just after dawn, the way he sang songs in the woodland on his bicycle, the way he danced like no one was watching and laughed with his whole body.

He let me in his world and open his heart to my madness. Together we have shared the most magical and unforgettable moments.

I had to fly away, leaving my best friend behind. But there isn't a single day I don't carry him in my heart, bringing to life our best moments, so I can breathe again.

Today is his birthday and we are 9 thousand miles away from each other.

I wish I could be close to see his smiles and the way life gently runs through him.

I wish his life is always blessed with sweet happiness and he always find the truth in his heart, the answer to everything he fears. I wish purple rain just before the rainbow, bubbles in a glass of champagne, colourful balloons and a hot air balloon flight, starry nights by a fire and someone to love and care for, bare feet on the grass, pimms on hot afternoons, good friends to enchant his life. I wish every dream come true; because he is my angel and my best friend on this Earth.

Ana Frantz

Saturday, 30 June 2012

Portas

Havia sempre uma vontade louca de deter tudo o que perecia. Como se o milagre fosse conter as horas doces em uma caixinha apertada, para que o sonho não escapasse nunca.


Voar era como fazer poemas com as estrelas, como se ao tocar coisas nunca antes tocadas, desvendasse o segredo e o domínio do existir.


No entanto, era sempre a intensidade das coisas que justificava tudo. Sempre!

O jeito com que se entregava nua ou vestida até o pescoço aos amores de carne e as paixões etéreas.

No final de cada história era sempre mais gostoso este mergulho fatal, a sensação de que se deu até o que não se tinha, apostando nesta ilusão cambaleante e feliz, de ser apenas um com o momento, e tudo o que flutuava ao redor dele.

Havia sempre uma porta ou outra abrindo-se milagrosamente ao sabor de sua inebriante companhia.

Ela entrava. Noutras fugia correndo.


Ana Frantz


Friday, 29 June 2012

Sede Tonta

Tentei fugir de mim mesma, quando todos os fogos que ardiam o fogo de viver aclamavam por uma salvação.

Ingenuamente corri nua entre fogos e florestas virgens desta sede tonta. Em céus mais estrelados esperei encontrar uma luz amarelada e brilhante que poderia mostrar o caminho de volta pra casa.


Foi só quando cheguei nesta terra longínqua, que percebi, que sempre nos levamos, para onde quer que vamos. A sede não apaga fogos, apenas o excita para labaredas ainda mais vorazes.

Agora tudo queima em mim.

Os mundos que foram pedem passagem e o mundo que se constrói amanhece preguiçoso quase sem a graça urbana dos muros pintados com fúria e anonimato.

Dia após dia percebia que a solidão só havia mudado o endereço e a nacionalidade.

Aquele vazio me perseguia e exigia que eu abrisse a porta como se ele fosse um velho amigo meu.


E mais uma vez eu precisava entregar o que eu não tinha, com a mesma voracidade de sempre.

Ana Frantz






A little MORE to everyone


Monday, 4 June 2012





   Só existe a liberdade em ser.


   Só o vento 
   Correndo faceiro, enquanto levanta o vestido de quem o segura com as mãos.


   Só existe essa vontade doida em devorar o olhar que sede traz.E deixar o tempo correr com a voracidade de um aprendiz.


 Livre para ser dos fogos, o fogo.                              AF


Inteira

As coisas quebradas chegam a mim em caixotes vazios.


A casa impregnada de poeira e bagunça vai aos poucos entonando um mantra silencioso e triste. 
Vou então me dando conta do óbvio. Nada nunca me pertenceu, nem mesmo aquele desejo visceral e cego em transformar-te em coisa minha.

Pelo silêncio que me presenteias através de todas as ondas que nos separam, entendo que é apenas nesta ausência das coisas tuas  que me encontro outra vez. Sem esmolas nem sombras, vou agora em busca de uma coisa qualquer que me apresente o novo e a alegria que ele traz.

Os cordões de ouro com siglas de amores antigos que foram perdidos nesta travessia, me lembram de que relicários são móveis empoeirados ocupando espaço nos cantos vazios.

Não quero mais esta ilusão. Entulhos sem ocupação. 

Outra vez renasço, outra vez me refaço. Para noutra estação empacotar tudo novamente, para lá adiante no dobrar da curva quebrar-se o que em mim eu segurava com tanto cuidado. Cuidado é inútil. O risco é viver.

Desafio então a vida e redescubro um jeito torto de sorrir.

Sou o agora, nele sempre inteira, mesmo quando dói.

Ana Frantz

Thursday, 17 May 2012



Voltei

Então eu voltei.



Ainda não sei se voltei ou se fugi,  daquela que em mim perseguia por respostas difíceis de se dar.
Aterrando barro molhado no estrago feito no jardim, a terra ainda em carne viva, recém saída de um buraco muito fundo.

Tudo passou.

Tudo sempre passa nos ditados populares. Eu também passei. E neste passeio em mim mesma renasci mundos e mantras, fogos e sons, densos labirintos para histórias muito belas. Apenas não há mais tempo para reescreve-las, então nos contentamos com o esboço do que foi e quem sabe até do que virá, acaso não tenhamos aquela tarde ociosa com a chuva na varanda para pincelarmos com tinta a óleo a obra de arte definitiva.


Mas quem é que quer viver com o que se define?

A mim me cabe o infinito descortinar de tudo o que nasce e morre em mim.

Amanha de manhã já é novo o sonho e são já outros castelos de areia.

Ana Frantz 


STAY HUNGRY


STAY FOOLISH!

Thursday, 15 March 2012

Infinito


Me perco neste Universo; tão particular. É meu. Já não preciso convidar ninguém para entrar nesta sinfonia dos silêncios que sempre falam mais alto em mim.

Agora que abandonei os amores e as dores que eles tinham, sou outra! É nova em folha a cara deste sonho. É feito de montanhas cobertas por árvores e pela raiz fincada na terra fecundada. Era sempre isto que eu buscava.

Me permito esta morte lenta do que foi passado em mim, recrio esta nova dança. É bale de gladiadores, de quem não desiste nunca, de quem encontra fascínio ao inventar outros sabores, nesta dança criança de aprendiz.

Me deixo perder neste silêncio intocável de minha casa.

É claro que sinto saudades, só mesmo um louco não entenderia a impossibilidade em viver sem ser refletido em olhos tão brilhantes. Eram sempre azuis aqueles olhos e emprestavam ao céu cinza de Londres qualquer magia que a cidade não tinha.

Era sempre alto o pranto e a risada. Foi sempre um exagero amar assim.

Me esvazio pouco a pouco daquela que fui.A cada dia me esqueço um código ou outro, uma coordenada geográfica qualquer, para que minhas pegadas não me levem jamais por caminhos já traçados.

É sempre preciso aprender uma vez mais morrer. Somente nesta dança inconstante e esquisita é que se descobre o quão infinito é viver.

Ana Frantz

Friday, 24 February 2012

Tatuagem


Te tatuei em minha pele, depois te abandonei.
Era pesada demais tua doçura sempre tão plena em mim e a vontade de pertencer a algo tão livre quanto o vento.

É que eu também precisava da liberdade de não te querer.

Por isso tramei voos mirabolantes para que pudesse me perder de ti, só que ao me perder de ti, também se desfez tudo o que havia de mais sagrado em mim.

Agora perdida nas distancias, algo em mim sufoca e pede abrigo. Da janela a vista da velha infância, relembra sonhos, colhidos um a um pela alma sempre sedenta. No entanto a busca não tem fim e ha sempre outro sonho impossível galgando as estrelas que na noite alta se espicham no céu, só para serem vistas.

Assim eu também me deito nua frente tua morada, mas não notas. Nunca notas.

E la fico, como uma estatua silenciosa e triste a tua espera.
Ana Frantz


Thursday, 12 January 2012

Stars



Looking up at the starry sky, poet Walt Whitman asked: "When we become the enfolders of those orbs, and the pleasures and knowledge of everything in them, shall we be satisfied then? And my spirit answered No, we but level that lift to pass and continue beyond."
f
j

Ambition: to witness a miracle!

Amigos

Amigos sao a unica coisa que podemos escolher- espero que escolha-os! Porque eles deliniam tua vida. Amor e outra historia- estes nao escolhemos- a estes somos meros fantoches num camarim que um deus louco ordena. AF

Wednesday, 11 January 2012





"THE HEART HAS ITS REASONS, WHICH REASON CANNOT KNOW"

Blaise Pascal

To him



our enormous capacity for self-deception -- and our simple desire to maintain things as they are.

Tuesday, 10 January 2012

Dominio






Ele me prometia os jardins do Eden, como se fosse facil prover milagres em meio a tempestades quando tudo o que ansiamos e dizer chega.








Era nesta hora, quando eu desistia de tudo, que ele chegava estracalhando minhas vidracas e pedindo passagem, como se fosse seu direito exigir de mim ate mesmo o que eu nao possuia para saciar minha propria fome.







Era a fome de vida que nos matava a cada dia. No entanto nao nos cabia fugir desta ansia juvenil, ja que se morre a cada manha para o tempo que passou ao entardecer. Assim viviamos, consumindo um ao outro, na impossibilidade do nosso amor.




E suas fantasias tao tolas e inocentes ganhavam vida em minhas arterias ferventes. Eu era sempre aquele Vulcao, tentando explodir, ate nao restar fagulha nenhuma, para reiniciar outro fogo. Mas as cinzas de meus destrocos sempre se recriavam e eram fogo novamente, antes mesmo do nascer do sol.



Ele detinha este estranho dominio, de todos os fogos em mim.








Ana Frantz

Friday, 6 January 2012

O segredo




Na ansia do adeus me beijas como se nao houvesse amanha. No escuro e onde nos encontramos sempre acesos, e e quando tua confusao ganha dimensoes ainda mais desesperadas em ti.


Queria que soubesses que atras do meu sorriso quase infantil que desafia o destino, existe uma parte que treme, quando pensa em te perder.




Ora, mas se sabes que eras sempre meu ceu e minha terra firme, nos voos mirabolantes que inventavamos, na hora certa das colheitas e ate mesmo nos momentos aridos quando o vento parecia ser capaz de eliminar cada grao de areia do deserto, ate ali, eu era tua. Entao porque nao vens, agora que ando por ai colhendo frutos maduros, apos a longa semeadura?


Tantas vezes o que mais se teme e a felicidade, talvez em tuas desordenadas fantasias, era mesmo isso o que temias. Esse frio na barriga como se sempre algo extraordinario estivesse por acontecer. Nunca andamos por estradas retas, eram estas curvas perigosas que nos metiam medo o que nos interessava, porque era assim que nos faziamos vivos. Talvez essa alquimia que sempre parecia nos transformar em outros seres e a enxergar coisas mirabolantes que outros nao viam, estava na impossibilidade em amar um ao outro. E quando desafiavamos estas leis fisicas, nos sentiamos mais proximos dos Deuses.




Mas de tanto brincar de Deuses confundimos nossas crencas.



Agora que o estrago foi feito e minhas veias se perderam nas dimensoes estranhas do teu coracao, queres te calar frente minha honestidade quase brutal. E quando choras e apenas para dizer-me que es covarde o bastante para deixar que eu me desprenda de teus dedinhos e me perca sozinha pelo mundo, em busca disso tudo que criavamos quando amando o que nao podia ser amado, desvendavamos o segredo de se estar aqui.


Ana Frantz




Thursday, 5 January 2012

Liberdade




Havia apenas a ausencia do medo.





Nao, o amor nao acaba. Nao acabam se as amizades, nem portas se fecham apenas ligam-se a outras. Ha escadas que sobem, outras descem, e uma nao significa vitoria, nem a outra derrota. Apenas eloquência.



Havia apenas a certeza de que uma forca regia tudo. A coordenada dos ventos, e seta que na bussula indicava o oeste e separava o norte do sul.



Nao acreditava no adeus, nem em maos que ascenam com angustia em portos. Ha sempre um retorno, para todas as coisas que precisam serem vistas novamente. Ha sempre aquele espaco sagrado e silencioso em nos, ao qual sempre voltamos, quando o presente nao nos agrada, ou sentimos que algo nos falta.



Nascemos e morremos todos os dias e o adeus e apenas um desespero infantil.



Nao, o amor nao morre nunca; o dificil e saber amar em totalidade.



Havia a busca incansavel por uma certa liberdade que justificaria todos os anos perdidos com janelas e portas fechadas, por medo da chuva ou de um ou outro tirano que tentava arrombar portas.



Essa liberdade; que se esconde e se fantasia em outras cores e nomes, so pode ser encontrada atraves deste amor em totalidade, que compreende que nao existe fim, nem comeco, para almas que peregrinaram juntas por tantas estradas alem tempo.



Havia a certeza do amor e a vontade de deixar livre quem se ama.



AF







Monday, 2 January 2012

My goodbye...


In BRICK LANE, today. A student of fine art from Amsterdam, creates an assigment where everyone can write on the wall, whatever they want to say goodbye to: I GUESS I AM SAYING GOODBYE TO MANY THINGS AT ONCE.

I will be leaving London in 30 days for good, after 10 years!






AF

Livros que me acompanham em 2009

  • Notes from my travels- Angelina Jolie
  • THE SHAMANIC WAY OF THE HEART - Chamalu- Luis Espinoza
  • Shooting Butterflies - Marika Cobbold
  • The Global Deal - Climate change and the creation of a new era of progress and prosperity- Nicholas Stern
  • The Penelopiad- Margaret Atwood
  • Discover Atlantis - Diana Cooper
  • Tne Gift - How the creative spirit transform the World - Lewis Hyde
  • My East End: A history of Cockney London- Gilda O'Neil
  • Delta of Venus- Anais Ninn
  • The Little Prince- Antoine de Saint Exupéry *** Apr
  • Doidas e Santas- Martha Medeiros (March)
  • The English Patient by Michael Ondaatje
  • Gilead by Marilynne Robinson - Feb
  • Healing With the Faries by Doreen Virtue (Feb)
  • Montanha Russa- Martha Medeiros (Feb)
  • O codigo da Inteligencia - Augusto Curry - Feb
  • O Ensaio sobre a cegueira - Jose Saramago ( Jan Lendo)

Livros que andaram comigo em 2008

  • Meditacao a primeira e ultima Liberdade by OSHO ( Dec)
  • The English Patient by Michael Ondaatje (Dec Lendo)
  • Harry Potter and the Philosopher's Stone - J.K Rowling (Oct Lendo)
  • The PowerBook - Janette Wintersone (Oct- )
  • A vida que ninguem ve- Eliane Brum (Sep - Lendo)
  • The Birthday Party - Panos Karnezis - (Sep )
  • Ensaio sobre a Lucidez -Jose Saramago (Lendo...)JUN
  • Nearer The Moon -Anais Ninn (Lendo..) JUN
  • Superando o carcere da emocao - Augusto Cury(lendo...) JUN
  • Perdas e Ganhos- Lya Luft Jun(Releitura) Jun
  • A Mulher que escreveu a Biblia - Moacyr Scliar(May) ****
  • The Secret By Rhonda Byrne (May)
  • Time Bites -Doriss Lessing March (lendo...)
  • Life of Pi - Yann Martel (March to May )
  • The Kite Runner -Khaled Hossein /March ****
  • Back when we were geown ups / ANNE TYLER (larguei na metade)
  • O Sonho mais doce - DORIS LESSING /Feb ****
  • The Crimson Petal and the White- MICHAEL FABER / Dec-Jan / ***

Livros que me acompanharam em 2007

  • Burning Bright - TRACY CAVILER
  • Fear of flying - ERICA JOUNG (larguei na 50th pagina)
  • I'll take you there - JOYCE CAROL OATES ***
  • Memorias de minhas putas trsites GABRIEL GARCIA MARQUEZ ***
  • The Siege - HELEN DUNMORE ***
  • A girl with a pearl earing - TRACY CHAVILER ***
  • A year in Province PETER MYLES ( larguei na metade)
  • The mark of the angel- NANCY HUSTON-
  • A bruxa de portobelo - PAULO COELHO -
  • Under the Tuscany Sun - FRANCES MAYA -
  • Sophie's World - JOSTEIN GAARDER *
  • The umberable lightness of being - KUNDERA- **
  • As aventuras da menina ma MARIO VARGAS LOSA - ****

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