Wednesday, 20 April 2011

Amizade

‎"Para certas amizades, e creio que a nossa é delas, uma vida sempre é pouco."






"To certain friendships, and I believe our is one of them, one life only, still too little"






Romar Beling

Iggy Gibbs Photoshotting











PHOTOS WERE TAKEN IN BRICK LANE, EAST LONDON. E2




By Ana Frantz


Monday, 18 April 2011

You go to my head...

You go to my head You go to my head, And you linger like a haunting refrain And I find you spinning round in my brain Like the bubbles in a glass of champagne. You go to my head Like a sip of sparkling burgundy brew And I find the very mention of you Like the kicker in a julep or two. The thrill of the thought That you might give a thought To my plea casts a spell over me Still I say to myself: get a hold of yourselfCan't you see that it can never be? You go to my head With smile that makes my temperature rise Like a summer with a thousand Julys You intoxicate my soul with your eyes Tho I'm certain that this heart of mine Hasn't a ghost of a chance in this crazy romance,You go to my head...


Billy Holiday

Pregnancy Photo shooting





















Photos were taken around Brick Lane- East London

Thursday, 14 April 2011

IF I HAD WINGS





YOU CAN NOT PROTECT YOURSELF FROM SADNESS, WITHOUT PROTECTING YOURSELF FROM HAPINESS.




CCCCCCCCCCCCCCCCCCCC I RATHER WALK EXPOSED TO THE WIND AND LET THE RAIN FALLS IN MY FACE.



I RATHER LOVE YOU &



LOSE YOU



EVERY TIME YOU DECIDE TO SAY GOOD NIGHT,



I RATHER SPEND THE REST OF THE WEEK DREAMING ABOUT THOSE HOURS...




FFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFF ME & YOU HOLDING HANDS




VVVVVVV I SQUEEZED MY FINGERS BETWEEN YOURS




THAN SIT HERE IN THE SUN WITHOUT HOLDING MY BROKEN HEART BETWEEN MY LEGS.



AF

Wednesday, 13 April 2011

Livre

Gosto de sentar na varanda para observar os passaros. Posso ficar sentada por horas, sem ver o tempo passar. Ceu e voo sempre combinaram tao bem. Me enche de liberdade, so olhar. Ser livre e tambem entender isto; o tenue veu que separa as duas coisas.


Acho que e so a liberdade que me define. Me manter livre de mim mesma e meu maior misterio e minha devocao mais extrema.


Ser livre e estar vazia das possecoes. So a liberdae me salva desta fome do mundo.

AF

Monday, 11 April 2011

Quando chove


Sempre vinha como uma tempestade que sem saber porque, acalma o espirito da gente. Depois me sentava na varanda so para sentir o cheiro da terra quando ri.


Ate os passaros cantam diferente depois da chuva.


E assim quando vens. Tem uma cor dourada, de ceu que depois de muito pesado se abre, quase mais limpido, quase mais ceu.


Gosto quando chove assim, porque e quando presinto os teus passos, sempre certos na missao de secar qualquer lagrima que me tenha escapado no meio dos ventos muito fortes. Ainda antes da chuva.


Gosto deste momento que precede tua chegada. E a minha hora de te sonhar, certa de que vais de um jeito ou de outro se materializar na minha frente como um sonho bom, que ja e a propria realidade acariciando estas horas douradas do dia.



Este amor ja e maior, que a minha propria vida.


E so quando chegas, que chego tambem em casa. Antes disso sou sempre uma andarilha por ruas estrangeiras a trocar palavras sem sentido com desconhecidos. E so quando vens que me encontro, e digo meu nome amorosamente para este espelho que trazes sempre contigo.


E so quando estas perto que respiro e deixo o ar entrar em meus pulmoes. Antes disso e sempre um mergulho muito longo e me falta o ar.


E so quando estas, que estou. Antes disso, uma replica mal feita do que eu poderia ter sido, se jamais tivesses vindo.


Ana Frantz

Desde sempre

Aprendemos tao cedo isto; so haveria um jeito de nos amarmos.

Nao eram maos enlacadas e bracos presos em abracos, na boca colada em outra saliva. Nao eram horas e horas ao sabor da nossa companhia. Ainda que esta fosse, sempre a melhor de todas as alegrias do dia. Nao eram nas assinaturas em papeis; nosso contrato maior foram sempre nossas cartas de amor. Nao eram em possessoes carnais, temas viscerais, crises de ciumes e cobrancas tao normais.



Compreendemos, ja no primeiro olhar que havia amor.



Esse amor, que veio antes do aperto de mao; nos convocou a nao errar nisto. A preservar este amor; como se fosse a ultima especie da flor selvagem mais rara, provedora de polen doce e medicinal. Nao podiamos fazer isto; matar o amor, com as maos tao pesadas da realidade. Por isso ele veio assim. No esconderijo do nao. Na impossibilidade de te tocar com meus dedos tao pesados, eu te permito o voo. E so assim. Te liberto das grades tao insanas do meu amor.



Gosto tanto quando me olhas voar. Livre e inconstante. Admiras o jeito com que bato minhas asas com furia contra o vento enquanto deixo que a chuva molhe tudo o que ha em mim, como se minhas asas, neste instante se transformassem na terra umida, pronta para germinar qualquer semente.



Aprendemos isto; so haveria um jeito de nos amarmos assim em demasia.



Quando me olhas com teu olhar de ceu infinito me perco dentro da tua imensidao e fico flutuando por ela, enquanto amacias minha alma, com as tuas maos sempre tao leves.



Desde sempre, sabiamos, que este muro das impossibilidades foi o que tornou nosso amor mais absurdo. E por isso mais verdadeiro.



Aprendemos desde sempre que so haveria uma forma de nos amarmos; e esta era a liberdade.



Te deixo ir e te deixo voltar, como se minha casa de dentro- este musculo involuntario, fosse tua morada. E e. Quando partes por muito tempo, sempre retornas para uma casa cheia de poeira e uma nuvem ou outra muito escura- mas ja no proximo instante apos tua chegada, ha flores colorindo os cantos e uma musica alegre tocando ao fundo.



Es o tudo e o nada em mim.



So me e permitido te amar assim ao sabor dessa nossa liberdade. Na certeza de que essa estrada nao termina nunca. Nao sei quando abriras a porta espantanto todos os fantasmas negros em mim, mas sei que viras e o mais importante e que sei que nunca deixaras de voltar cada vez que partir.



Ana Frantz



Friday, 8 April 2011

Sem os sinos concretos das catedrais


Me solto entao.


Livremente- nesta aura das coisas idas, das coisas que nao chegaram a amadurecer em vida em mim, mas que respiraram em meu utero, ansiando esta vida nova. Me solto entao; dos sonhos que foram sempre isto; apenas sonhos. Me livro das culpas, que me foram apenas pedras trancando o caminho para a valsa leve e casual.


Sera que ninguem poderia ter nos avisado que o bonito disto tudo, esta nesta danca imprevista, que susurra melodias exquisitas enquanto tentamos afobados acertar o passo? Sem nem se quer imaginar, que o Criador deste concerto todo, nao anseia passos certos, nem tortos, nem avessos ou indiscretos. O maestro desta orquesta estelar, apenas nos que ver dancar.


Aceito minhas perdas e dela faco um passo de danca. De cada lagrima um poema. E da minha gargalhada escandalosa, dela eu faco uma estrela.


Ja aceito que nao nasci para ser muito rica, nem famosa, nem muito boa em coisa alguma. Ja aceito isto; nasci para ser a verdade que habita em mim, em cada passo do caminho. Ja nao anseio por corridas muito rapidas, e por procuras que cegam o que me e essencial. Quero aprender a dancar mais devagar. A deixar o vento tocar minha pele, como bem quiser, antes que eu lhe faca qualquer tipo de contrato. Quero ter menos ciumes e desejos. Menas possessoes e mais fantasias. Preciso aprender a perder.


E tempo agora de seguir, e deixar-se ir, o que de mais precioso tive na vida. E tempo agora. Eu vou, amanhecer em outro capitulo, ja somos outra historia esperando acontecer.


Me solto entao da tua mao sempre tao leve, que me fazia cocegas de tao alegres; era a prova de que o sagrado era nosso, e andava com nos. Vai saber. Talvez estivesse escrito no livro do destino, que seria obsceno amar-se assim, com tanta verdade. Com tanta pureza. Me deixo perder da tua risada escandalosa e do teu corpo que sempre sorria contigo.


Me solto como um balao no ar, para que possas seguir tambem, a mais mundana das estradas. Para mais alem, quem sabe, voar contigo, sem os sinos tao concretos das catedrais.

Ana Frantz

Monday, 4 April 2011

Entre silencios



Silencio em mim os ecos que ressoavam teu nome. Me canso de esperar pelo chamado que nunca vira. Abro meus bracos ao vento e deixo que escape de mim, qualquer esperanca de te ter comigo. Teus caminhos todos tortos, sao cheios do fogo e da ansia.


Se fui em tua vida a sombra do medo, da pergunta que deverias ter um dia te feito, mas nao fizestes, entao sou eu que me escondo agora, para que minha verdade nao assuste os demonios escondidos em ti. Ate quando poderas te esconder de ti mesmo? Sera que e ainda muito tarde para tentar agarrar a ultima gota de vida? Ate para isso e preciso a coragem, para se encarar de frente e correr este risco extremo, o de ser feliz.


Me canso de ser esta esfinge que tanto temes. Porque alguem temeria a verdade? Te entreguei tudo o que carregava em minhas maos, tambem cansadas em entregar ate o que eu nao tinha. Nem por isso tive a covardia de tapar com as maos ainda em chamas os ouvidos para que nao escutasse o chamado do vento. Nem sempre e mais facil tornar-se quem realmente deveriamos ter sido, se o medo nao tivesse tomado quase todos os nossos sentidos.


E sempre mais comodo, esconder-se.


Te deixo entao, para que tenhas o tempo de que precisas para esconder-te de ti mesmo, para mais tarde aprenderes so esta verdade, jamais conseguimos correr da propria sombra. Enquanto te deixo se perder, olho por horas meu rosto no escuro. Este olhar cansado que sabe porque e para que veio ao mundo. Mas que no silencio desta revelacao, pode so mesmo esperar, pelo dia em que te aprontes para vir comigo. Porque e exatamente assim, que foi escrito.


Ana Frantz

Livros que me acompanham em 2009

  • Notes from my travels- Angelina Jolie
  • THE SHAMANIC WAY OF THE HEART - Chamalu- Luis Espinoza
  • Shooting Butterflies - Marika Cobbold
  • The Global Deal - Climate change and the creation of a new era of progress and prosperity- Nicholas Stern
  • The Penelopiad- Margaret Atwood
  • Discover Atlantis - Diana Cooper
  • Tne Gift - How the creative spirit transform the World - Lewis Hyde
  • My East End: A history of Cockney London- Gilda O'Neil
  • Delta of Venus- Anais Ninn
  • The Little Prince- Antoine de Saint Exupéry *** Apr
  • Doidas e Santas- Martha Medeiros (March)
  • The English Patient by Michael Ondaatje
  • Gilead by Marilynne Robinson - Feb
  • Healing With the Faries by Doreen Virtue (Feb)
  • Montanha Russa- Martha Medeiros (Feb)
  • O codigo da Inteligencia - Augusto Curry - Feb
  • O Ensaio sobre a cegueira - Jose Saramago ( Jan Lendo)

Livros que andaram comigo em 2008

  • Meditacao a primeira e ultima Liberdade by OSHO ( Dec)
  • The English Patient by Michael Ondaatje (Dec Lendo)
  • Harry Potter and the Philosopher's Stone - J.K Rowling (Oct Lendo)
  • The PowerBook - Janette Wintersone (Oct- )
  • A vida que ninguem ve- Eliane Brum (Sep - Lendo)
  • The Birthday Party - Panos Karnezis - (Sep )
  • Ensaio sobre a Lucidez -Jose Saramago (Lendo...)JUN
  • Nearer The Moon -Anais Ninn (Lendo..) JUN
  • Superando o carcere da emocao - Augusto Cury(lendo...) JUN
  • Perdas e Ganhos- Lya Luft Jun(Releitura) Jun
  • A Mulher que escreveu a Biblia - Moacyr Scliar(May) ****
  • The Secret By Rhonda Byrne (May)
  • Time Bites -Doriss Lessing March (lendo...)
  • Life of Pi - Yann Martel (March to May )
  • The Kite Runner -Khaled Hossein /March ****
  • Back when we were geown ups / ANNE TYLER (larguei na metade)
  • O Sonho mais doce - DORIS LESSING /Feb ****
  • The Crimson Petal and the White- MICHAEL FABER / Dec-Jan / ***

Livros que me acompanharam em 2007

  • Burning Bright - TRACY CAVILER
  • Fear of flying - ERICA JOUNG (larguei na 50th pagina)
  • I'll take you there - JOYCE CAROL OATES ***
  • Memorias de minhas putas trsites GABRIEL GARCIA MARQUEZ ***
  • The Siege - HELEN DUNMORE ***
  • A girl with a pearl earing - TRACY CHAVILER ***
  • A year in Province PETER MYLES ( larguei na metade)
  • The mark of the angel- NANCY HUSTON-
  • A bruxa de portobelo - PAULO COELHO -
  • Under the Tuscany Sun - FRANCES MAYA -
  • Sophie's World - JOSTEIN GAARDER *
  • The umberable lightness of being - KUNDERA- **
  • As aventuras da menina ma MARIO VARGAS LOSA - ****

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